Uma receita para o sucesso

29/10/2009

Com aulas de gastronomia regional, os estudantes aprendem de forma mais agradável os conteúdos de Matemática como medidas, quantidade, porcentagens etc.  O empurrãozinho no ensino de Português veio com a pintura, a música e a poesia, que contribuem para melhorar o letramento. Além disso, a concentração necessária para aprender a disciplina é melhorada com as atividades físicas e o teatro.  Usando a simplicidade do cotidiano e muita criatividade, matérias tradicionais do currículo, como Matemática e Português, são apresentadas agora de maneira mais lúdica na Escola Estadual Fazenda Cristo Rei, na pequena cidade de Miravânia, extremo norte de Minas, a 818 quilômetros de Belo Horizonte. 
O projeto ganhou o nome “Sertão, SOS a Uai”, que tem como objetivo principal tornar o aprendizado atrativo por meio da exploração da arte, da cultura e do lazer, melhorando a defasagem de aprendizagem. Criado pela assistente técnica em educação básica Ivanir Barbosa de Oliva e Sousa, recebeu apoio integral da diretora Jesuíta Canabrava da Mota e contou com a ajuda da professora dos anos iniciais do Ensino Fundamental Maria Alves Ferreira e da professora de Educação Física Rita Ferreira Mota, conquistando o primeiro lugar da segunda categoria de “Experiências e Iniciativas de Sucesso Implementadas” do 4º Prêmio Excelência em Gestão Pública.

As ganhadoras do 4° Prêmio Excelência em Gestão Pública Maria, Ivanir e Rita

As ganhadoras do 4° Prêmio Excelência em Gestão Pública Maria, Ivanir e Rita

 O prêmio, que teve este ano o maior número de candidatos, com um total de 91 inscrições válidas, é promovido pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão. Sua criação tem como objetivo incentivar a geração de novos conhecimentos em gestão pública de servidores públicos das administrações direta e indireta, autarquias e fundações estaduais.
 A escola atende cerca de 222 alunos e participa dos projetos Escola de Tempo Integral e Escolas em Rede, ambos da Secretaria Estadual de Educação de Minas Gerais.

 

Coragem para inovar

A preocupação em ensinar algumas questões que fogem ao currículo tradicional, como etiqueta social e higiene pessoal também não ficaram de fora do projeto “Sertão, SOS a Uai”. Os alunos aprendem cuidados básicos de higiene e também como servir uma mesa, manusear talheres, cumprimentar pessoas e a ter uma postura corporal correta.  

Disposta a inovar cada vez mais, Ivanir propôs à escola desenvolver um projeto próprio mas que, ao mesmo tempo, se relacionasse com o Escola de Tempo Integral. O desenvolvimento da iniciativa contou também com a ajuda dos educadores, da direção e demais funcionários da escola que acreditavam no projeto. 

Aula de gastronomia na Fazenda Cristo Rei

Aula de gastronomia na Fazenda Cristo Rei

Com o programa “Sertão, SOS a Uai”, a escola tornou-se referência na região e o interesse dos estudantes superou as expectativas pedagógicas. No ano passado, os estudantes alcançaram a meta de proficiência (capacidade de entendimento) de 2010 estabelecida pelo Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa). O Proalfa é uma avaliação que identifica os níveis de leitura e escrita dos alunos do 3° ano do Ensino Fundamental, realizada pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado da Educação (SEE).
Situada no extremo norte de Minas, a pequena cidade de Miravânia, com aproximadamente cinco mil habitantes, sofria com problemas na área da educação na rede pública: alta evasão escolar, corpo docente desinteressado e defasagem na aprendizagem dos alunos. Para mudar essa realidade, era necessário abrir-se para o novo. 

Percebendo a necessidade de mudança, antes de criar o projeto “Sertão, SOS a Uai”, Ivanir começou a ajudar a comunidade da maneira que podia. Usar todo o potencial do laboratório de informática com acesso à internet, enviado pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais , foi o primeiro passo. Ivanir passou a ensinar um pequeno grupo de alunos os princípios da informática. O objetivo era criar um efeito multiplicador: esse pequeno grupo poderia ensinar outros colegas o que aprenderam, tornando o aprendizado mais interessante. Deu certo. Hoje, os alunos repassam o que aprenderam para outras pessoas, já que o laboratório passou a ser usado pela comunidade.

A inclusão digital não era suficiente para ela. Acreditando no potencial dos estudantes, a escola foi em busca de mais incentivos. Começou participando do projeto Escola de Tempo Integral, da SEE, no qual os alunos, durante o contraturno das disciplinas regulares, têm aulas de arte, esportes e reforço escolar. Com a participação nesse projeto, o objetivo da equipe pedagógica era fazer com que o estudante compreendesse seu papel na sociedade, na família e na própria escola.

Alunos degustam pratos típicos do cerrado

Alunos degustam pratos típicos do cerrado

A preparação para implementação do projeto foi intensa. Foram realizadas entrevistas com pessoas da região para conhecer seus hábitos cotidianos, os costumes e curiosidades locais. Esse levantamento possibilitou a utilização de elementos da vida corriqueira da comunidade nas peças teatrais, na elaboração de receitas das aulas de gastronomia e no uso de elementos naturais típicos – como argila, pedras de morro, bambus, casca de frutos do cerrado – nas aulas de artesanato e pintura.  
Há também aulas de música, com a flauta, que possibilita a aprendizagem do português. As aulas de educação física ajudam a melhorar a autoestima, o trabalho em equipe e a convivência social dos alunos. Segundo Ivanir, “os alunos entendem que o individual precisa do grupo e vice-versa”.  Tudo isso foi feito para oferecer aos alunos uma aprendizagem completa e diversificada, despertando o interesse pelos estudos.

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Alfabetização correta no início da vida escolar evita problemas futuros

28/10/2009

O núcleo pedagógico da E.E.Tubal Vilela da Silva, em Uberlândia, tem a alfabetização dos alunos como foco principal.

A preocupação com uma boa alfabetização começa desde cedo e a escola oferece aos alunos aulas com monitoria em caso de reforço escolar, do 1° ao 9° ano. Esta preocupação se estende também aos pais dos estudantes. A cada bimestre, a Diretora Roslene Sousa de Carvalho Muniz, reúne os pais para a entrega dos boletins e acredita que a escola e a família caminham juntas “ O apoio da família é fundamental hoje em dia ”, diz. A escola obteve um bom desempenho no resultado do Proalfa em 2009.

Alunos da Escola Estadual Tubal Vilela

Alunos da Escola Estadual Tubal Vilela

Para acompanhar o desenvolvimento dos alunos, a Diretora, com ajuda da Supervisora, recebem os alunos para uma leitura de texto. Dessa maneira, elas ficam mais próximas à realidade de cada estudante. Os professores também estão integrados, e a cada ano, os professores do ano anterior informam ao próximo educador a situação do aluno. Dessa maneira, o desenvolvimento é acompanhado de perto e é possível melhorá-lo.

A escola acredita que uma base forte, feita por uma alfabetização correta é evitar problemas futuros. “ O aluno que é bem assistido no início da vida escolar, geralmente não apresenta problemas no último ano ”, afirma a Diretora.

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Aulas de reforço garantem bom resultado no Proalfa 2009

Com o intuito de desenvolver a leitura dos estudantes da Escola Estadual Desembargador Mário Gonçalves Matos, a supervisora Maria Aparecida Ferreira organizou um projeto para melhorar as habilidades dos alunos. No primeiro semestre, ela avaliou as dificuldades e reuniu uma equipe para alavancar as capacidades das crianças. “Foi um esforço conjunto entre a professora, eu e a bibliotecária. Além das atividades em sala, eles participaram de aula de reforço na biblioteca e eram incentivados a levar livros para casa”, explica Maria Aparecida.

Além do esforço extra por parte da equipe pedagógica, os estudantes contam ainda com uma ajuda externa. A escola é assessorada por estagiárias do curso de psicologia da PUC Minas. Uma parceria firmada com a professora do Departamento de Psicologia da universidade permite que o acompanhamento psicológico de estudantes com dificuldades seja feito durante todo o ano.

As iniciativas ajudaram com que a escola alcançasse a média de proficiência de 612,34 no Proalfa 2009. Mas os planos de garantir boa capacidade de leitura não se limitam aos estudantes do 3º ano. Atividades especiais são desenvolvidas para alunos de todas as séries. “Educador é aquele que a gente faz a diferença e a gente tem que buscar fazer a diferença na vida desses meninos”, conclui a supervisora.

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Professores dão o exemplo de bons hábitos de leitura

Para garantir um bom nível de leitura e escrita dos estudantes, a Escola Estadual Professor Clóvis Salgado, em Belo Horizonte, apostou no bom exemplo. Antes de transmitir conhecimento aos alunos o corpo docente fez um trabalho de incentivo à leitura entre eles. Há cinco anos, a diretora Terezinha Cordélia Lobato dos Santos firmou parcerias para distribuir livros de literatura para os funcionários e promover o gosto pelo hábito de ler. Segundo Terezinha, a iniciativa rendeu bons frutos. “A partir daí nós começamos a trabalhar muito com a escrita. Nós precisávamos despertar em nós o hábito de leitura antes de trabalhar com os estudantes”, explicou.

Estudantes em atividade de leitura

Estudantes em atividade de leitura

A união em torno do hábito de leitura deu certo. É o que mostra o resultado do Proalfa 2009, em que a escola obteve 666,93 de média de proficiência. Para as turmas do 6º ao 9º anos, os professores criaram o projeto “Ler e escrever: compromisso de todas as áreas”, que tem o objetivo de recuperar os estudantes com defasagem na leitura e escrita. Todas as segundas-feiras os educadores realizam atividades especiais de reforço na leitura e escrita. “É um trabalho essencial. Depois de melhorar a leitura e escrita eles têm capacidade para melhorar nas outras matérias”, analisou a diretora.

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Boa nota no Proalfa é fruto do preparo e de projetos de leitura

A boa média de 646,20 obtida pela Escola Estadual Marieta Brochado no Proalfa 2009 não é obra do acaso. Se a escola hoje apresenta um bom desempenho na avaliação é porque o trabalho por lá teve como foco o exame. Segundo a diretora da instituição, Cláudia Cardoso Machado, desde o início ano as atividades desenvolvidas visavam um bom resultado no Proalfa. Um núcleo pedagógico foi criado para capacitar professores e elaborar atividades para os alunos, os pais participaram de reuniões sobre a importância do exame e até os alunos foram conscientizados sobre a prova. “Eu espalhei cartazes por toda a escola para incentivar a participação dos alunos, os pais tinham conhecimento, foi uma mobilização. Um dia antes eu conversei com as crianças e elas sabiam me falar tudo sobre o Proalfa”, explica a diretora.

Conto infantil inspirou projeto na Escola Estadual Marieta Brochado

Conto infantil inspirou projeto na Escola Estadual Marieta Brochado

Mais importante do que conhecer o Proalfa, contudo, era desenvolver com os alunos as aptidões necessárias a leitura e escrita. E para isso a saída encontrada pelos professores foi a criatividade. Além de várias atividades de leitura ao longo do ano, dois projetos foram desenvolvidos. No primeiro semestre o foco de ação foi o projeto “Pasta Viajante”. “Toda semana duas crianças levavam um livro para casa que era lido com a família. Nós convidávamos a família para vir a escola e a criança fazia o reconto da história da forma mais criativa que pudesse. Foram usados cartazes, teatros, dramatizações”, explica a diretora.

No segundo semestre a atividade ganhou corpo e os estudantes desenvolveram o projeto “O Contador de Histórias”. Cada ano ficou responsável por um tipo de texto, como lendas populares, fábulas, contos clássicos, entre outros. Posteriormente, cada turma se apresentou diante de toda a escola e confeccionou um “livrão”, no qual contavam as histórias que aprenderam. “Foi muito legal. Os pais participaram ativamente, algumas mães até fizeram parte da dramatização. Esse projeto incentivou muito a leitura”, conclui Cláudia.

Postado em: Uncategorized — admin @ 13:30

Trabalho em equipe para obter sucesso na alfabetização

No ano do seu 80º aniversário a Escola Estadual Genesco Augusto Caldeira Brant, no município de Bocaiúva, no Norte de Minas, tem muito para comemorar. A instituição obteve um bom desempenho no Proalfa 2009, com uma proficiência média de 677,05. A receita para sucesso, segundo a diretora Zaíra Drumond Duarte, pode se resumir em uma palavra: participação. Zaíra se gaba de ter uma equipe pedagógica que trabalha de forma coesa, presença maciça dos pais e comunidade em vários eventos na escola, além, é claro, do interesse dos estudantes pelas atividades. 

Para garantir a qualidade do ensino, os professores trabalham de forma integrada. Na escola é comum que professores de diferentes áreas desenvolvam trabalhos em conjunto e mesmo quando isso não acontece eles têm contato. A cada quinze dias toda a equipe pedagógica se reúne para estudar temas relevantes para a educação das crianças. “O resultado foi bom primeiro por causa da equipe que eu tenho. Eles trocam experiências mesmo e isso desencadeia muitos projetos interessantes”, conta Zaíra Drumond.
Entre os projetos da escola, dois são de grande incentivo para o hábito da leitura entre os alunos. Na E.E. Genesco Augusto Caldeira Brant existe uma biblioteca ambulante, que funciona em um carrinho e passa de sala em sala oferecendo novos títulos aos estudantes. Além disso, a escola também desenvolve o projeto “Palanquinho”. Cada sala tem um pequeno palanque no qual os estudantes sobem para recitar poemas ou ler textos interessantes para os colegas. “Esse projeto faz com que as crianças se interessem pela leitura e percam a inibição. As crianças aqui são muito participativas”, explica a diretora.

Postado em: Uncategorized — admin @ 13:15

Incentivo ao uso da biblioteca garante bom desempenho no Proalfa

A familiaridade com os livros é incentivada durante toda trajetória do estudante na Escola Estadual Nilo Morais Pinheiro, no município de Ipanema, na Superintendência Regional de Ensino de Caratinga. Desde cedo, os alunos aprendem importância de frequentar a biblioteca da instituição e compartilham o conhecimento adquirido em cada novo livro com os colegas em sala. “Os professores desenvolvem trabalhos visando o uso da biblioteca pelos alunos. Eles leem os livros e depois apresentam a história para os colegas”, explica o diretor Márcio Antônio de Mattos Paula, que há dez anos está a frente da escola.

Estudantes se apresentam em teatro sobre alfabetização

Estudantes se apresentam em teatro sobre alfabetização

O interesse pela leitura é tanto que rende até projetos criados pelos próprios alunos. É comum que os estudantes criem seus próprios textos e até livros recontando histórias que leram ou criando suas próprias aventuras. Um bom exemplo foi uma peça de teatro apresentada este ano na escola sobre a Chapeuzinho Vermelho.

O interesse dos alunos pela biblioteca certamente é um dos responsáveis pelo bom desempenho da escola no Proalfa 2009. Com um bom desempenho a escola obteve uma proficiência média de 693,33. O resultado, segundo o diretor, é fruto do empenho diário da equipe pedagógica aliada às famílias e a superintendência. “Estamos sempre reciclando nossos trabalhos e fazendo uma capacitação contínua de trabalho e isso dá uma dinâmica melhor. Esse índice positivo já é ascendente há algum tempo e todos os anos nós analisamos nossos pontos positivos e negativos para melhorar cada vez mais”.

Postado em: Uncategorized — admin @ 13:00

Leitura e escrita trabalhadas na prática

A Escola Estadual José Amâncio dos Santos, em Igarapé, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, obteve média de proficiência de 688,66 no Proalfa 2009. O bom resultado é devido tanto ao empenho dentro de sala, como às atividades práticas fora dela. Com o intuito de incentivar o gosto pela leitura e escrita na escola, os professores apostaram na curiosidade dos estudantes e nas excursões.

Um dos destinos de alguns estudantes este ano foi uma gráfica da cidade, onde os alunos puderam como são confeccionados diversos tipos de convites, revistas e até livros. Mas o passeio que mais despertou a curiosidade das crianças foi à Agência dos Correios. Além de conhecer a dinâmica postal, os estudantes escreveram uma carta a um parente e depois, com as respostas, montaram um mural na escola. 

As atividades como a confecção de cartas e livros também serviram de estímulo para o hábito da leitura. “A atividade despertou ainda mais o gosto pela escrita e pela leitura. Eles ficaram muito animados com a visita e, principalmente, em receber as respostas”, explica a vice-diretora Sirlene da Silva Reis.

Estudantes da Escola Estadual José Amâncio dos Santos

Estudantes da Escola Estadual José Amâncio dos Santos

O sucesso no aprendizado dos alunos passa diretamente pela preocupação com a qualidade do professor. Há cinco anos a Escola Estadual José Amâncio dos Santos faz um trabalho mensal de capacitação dos professores. Segundo a vice-diretora, a pedagoga da escola repassa técnicas de ensino adequadas e promove a troca de experiência entre eles. “Nós preparamos atividades, oficinas práticas, eles viram os alunos. O intuito é garantir que eles tenham as capacidades necessárias para ensinar os estudantes. Além disso, nós pesquisamos iniciativas interessantes em outros locais para aplicarmos na nossa escola”, explica Sirlene da Silva Reis.

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Leitura na escola é igual a sucesso no Proalfa

Os resultados dos últimos testes do Proalfa tem sido motivo de comemoração na Escola Estadual José Alzamora, no município de Bambuí, e em 2009, o que já era bom ficou ainda melhor. De 2008 a 2009, a sua média de proficiência da escola variou de 655,18 para 698,42, respectivamente.

Os números refletem as boas práticas na área de leitura e escrita elaboradas pela equipe da escola, como o projeto “Literatura no Cotidiano Escolar”. Toda semana as professoras levam suas turmas para o pátio da escola e cada aluno escolhe um livro. Após a leitura, o estudante apresenta a história para os colegas e depois elabora um relatório sobre a obra. “Esse e outros projetos mudaram o perfil da escola. Os alunos se interessam cada vez mais pela leitura e escrita e estão cada vez mais felizes”, explica a diretora da instituição, Maria do Carmos Borges de Avelar Santos.

Outra aposta interessante da escola este ano foi a feira de cultura. O tema do evento foi o folclore e os professores incentivaram a participação da comunidade nas atividades. “A feira envolveu todo mundo da escola e nós trabalhamos o folclore do município. Os alunos buscaram histórias dos tempos das avós, chamaram gente da comunidade, como repentistas e até uma benzedeira. No outro dia tiveram que passar para o papel o que aprenderam. Escrevendo e contando a gente conta melhor”, ressalta a diretora.

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Estímulo a leitura alavanca resultados do Proalfa

Na Escola Estadual Padre João Maria Kooyman, em Belo Horizonte, a leitura dá até prêmio. Como forma de incentivar o hábito de ler nos estudantes, a escola firmou parceria com o Instituto Gil Nogueira e criou o projeto “Ler é Viver”. Cada sala tem um baú com livros de literatura e os alunos podem levar os títulos para casa. No fim do ano, os estudantes contam as histórias dos livros que leram e aquele que “devorar” o maior número de títulos leva um prêmio. “O prêmio funciona como incentivo. A criança procura cada vez mais histórias e assim acaba descobrindo o encanto pela leitura”, explica a diretora Heloísa Maria Braga Sbampato.

A instituição participa do projeto Escola de Tempo Integral, da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, e todos os 250 alunos ficam na escola o dia todo. E, além dos projetos de leitura, como o “Ler é Viver”, o incentivo ao uso da biblioteca é um dos motivos pela boa média de 640,11 no Proalfa 2009. “Todas as crianças ficam o dia inteiro na escola. Então, é comum que a professora peça uma pesquisa para eles fazerem na biblioteca”, conta a diretora.

O bom resultado no Proalfa certamente será assunto entre os estudantes, pois um dos projetos que incentiva a leitura e escrita na escola é justamente um jornal. O “Kooyminha” é um jornal mural no qual os próprios estudantes colocam notícias, sugestões, dúvidas e curiosidades. As notas são produzidas em sala e coladas no mural, que fica no pátio. Segundo a diretora, o jornal provoca o interesse dos alunos. “Tudo que eles veem de diferente eles já trazem para o jornal. Todos gostam de ler”.

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