Inscrições abertas para Coltec, Centro Pedagógico e Teatro Universitário

08/10/2009

Os interessados em participar do processo seletivo do Colégio Técnico (Coltec), do Centro Pedagógico e do Teatro Universitário têm até as 17 horas do dia 09 de outubro de 2009 para se inscreverem. O questionário socioeconômico a ser preenchido e o boleto da inscrição (no valor de R$ 50,00) podem ser obtidos pelo site da Copeve. Os candidatos às vagas do Coltec ainda devem preencher, imprimir e assinar a declaração de origem escolar e enviar, pelos Correios, até o dia 14 de outubro. O comprovante definitivo estará disponível a partir do dia 23 de outubro no site da Copeve.

Para o Coltec, há 106 vagas distribuídas entre os cursos de Eletrônica, Informática, Instrumentação, Controle e Automação, Patologia Clínica e Química. O candidato deve estar no último ano do Ensino Fundamental ou em curso equivalente. Já para o Centro Pedagógico, serão sorteadas 75 vagas para o primeiro ano do Ensino Fundamental, para as crianças que nasceram de 1º de julho de 2003 a 30 de junho de 2004. O Teatro Universitário oferecerá 20 vagas para candidatos maiores de 16 anos que estejam cursando ou já tenham concluído o Ensino Médio ou curso equivalente.

 Outras informações pelo site www.ufmg.br/copeve ou pelos telefones (31) 3409-4408 e 3409-4409.

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Geometria imita a arte, a arte imita a geometria na E. E. Helena Pena

A geometria encontrou a arte na Escola Estadual Helena Pena, em Belo Horizonte. Buscando uma forma diferente e atrativa de explicar as formas geométricas para os alunos do 4º ano do Ensino Fundamental, a professora Valéria Aparecida Ferreira encontrou a fórmula: as obras da pintora brasileira Tarsila do Amaral. A partir de sete trabalhos da artista, Valéria fez com que os estudantes identificassem os diferentes polígonos nas pinturas e conseguiu deixar a geometria mais divertida. “Eu achei que seria muito mais fácil para eles compreenderem a geometria se eu trabalhasse de uma forma diferente. A Tarsila usava muitas formas geométricas em suas obras. Primeiro eu mostrei os polígonos separados e eles fizeram as classificações. Depois eu levei as telas e os alunos foram classificando e buscando as formas geométricas nas obras”, explica Valéria.

FOTO1

O trabalho com as obras de Tarsila do Amaral durou três semanas e foi bem além da análise geométrica das pinturas. Mais do que aprender sobre polígonos regulares e irregulares, os estudantes também ficaram conhecendo mais a artista. Orientados pela professora de Português Vânia Borges, os estudantes pesquisaram a biografia de Tarsila, que foi um dos ícones do movimento modernista brasileiro, e também fizeram a interpretação de algumas obras. Mas o que mais agradou os alunos foi mergulhar as mãos na tinta e descobrir as cores de Tarsila. A fase final do trabalho foi a releitura das obras da pintora utilizando os conhecimentos geométricos adquiridos ao longo do trabalho. “Eles adoraram ‘reproduzir’ as telas. Os trabalhos deles ficaram lindos, eu me surpreendi”, conta a professora Valéria.

MONTAGEM


Cinquenta e dois trabalhos foram produzidos a partir das obras de Tarsila do Amaral. Uma exposição apresentou aos pais dos jovens artistas o resultado da atividade. Nesta quarta-feira (07/10), as obras voltaram a decorar as paredes da Escola Estadual Helena Pena. Além da produção artística, as pinturas serviram ao propósito inicial: provocaram o interesse dos alunos pela geometria. Que o diga Juan Pablo Coelho de Assis, de 9 anos: “a obra de Tarsila despertou em mim muita alegria. Sua pintura é muito interessante porque eu vi geometria em toda parte. Seus quadros retratam muita criatividade e imaginação”.

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Alunos da E. E. Afrânio de Melo Franco viajam pelos trilhos da história

07/10/2009

Selecionar e contar fatos que marcaram o mundo pode parecer uma tarefa ousada. Mas o desafio foi encarado com êxito pelos alunos da Escola Estadual Afrânio de Melo Franco, no bairro Santa Mônica em Belo Horizonte. A atividade faz parte do Projeto Retrospectiva, que tem como objetivo a interação dos alunos com os momentos históricos que contribuíram, direta ou indiretamente, para os rumos da humanidade. O resultado da pesquisa foi apresentado na última quarta-feira (30/09), em uma exposição dentro da escola. 

As últimas seis décadas (1950 – 2009) foram pesquisadas pelos alunos do Ensino Médio. A busca envolveu o contexto social, político, econômico e artístico da cada período. A década de 1960, por exemplo, foi apresentada em forma de música. Embalados pelo ritmo do twist, os estudantes dançaram e contaram sobre os avanços e preocupações da época. “Aqui nós também falamos sobre política, no mundo e no Brasil. Na América Latina, sobre o Che Guevara. A construção do Muro de Berlim e a divisão da sociedade alemã e mundial entre o socialismo e o capitalismo. No Brasil, abordamos o começo da ditadura, quando várias pessoas sofreram agressões e repressão”, relata Adeílson Carlos Mendes, aluno do Ensino Médio.

Alunos do Ensino Médio estudaram durante um mês a década de 1990

Alunos do Ensino Médio estudaram durante um mês a década de 1990

Nos recentes anos 1990, a ciência foi assunto. Com o Projeto Genoma, a possibilidade de decifrar o código genético humano foi comentada em todo o mundo. No campo das celebridades, outros assuntos foram destacados, como as mortes do piloto Ayrton Senna e da princesa Diana. Na política brasileira um fato inédito: o impeachment de um presidente. Fernando Collor de Melo foi deposto em 1992, sob forte pressão popular. “Nós também temos a criação do Plano Real. Para a exposição conseguimos jornais da época. Assim o conhecimento adquirido foi muito bom”, avalia Luís Fernando Fernandes, aluno do projeto Educação de Jovens e Adultos.

Mas não apenas as décadas foram temas da exposição. Como belo-horizontinos, a história da capital fez parte do trabalho dos alunos. Os 111 anos da cidade foram apresentados pela turma do Minas Educar, projeto da Secretaria de Planejamento e Gestão de Minas Gerais, que visa elevar a escolaridade do servidor público nos níveis Fundamental e Médio. Na exposição eles mostraram utensílios utilizados ao longo das décadas, como panelas e telefones, além de fotos dos pontos turísticos, como o Mineirão e a Praça Sete. Na música, as cantigas ficaram por conta do coral da escola. Entre as canções, Peixe Vivo, a preferida do mineiro Juscelino Kubitschek, que foi prefeito de Belo Horizonte e presidente do Brasil. “A música, geralmente, entusiasma esses funcionários que trabalham o dia inteiro. Eu acho que esse momento do coral é um momento de lazer, de extravasar”, avalia a diretora da escola, Maria da Silva Vieira.

Antiguidades que fizeram parte da rotina dos belorizontinos ao longo da história da cidade

Antiguidades que fizeram parte da rotina dos belorizontinos ao longo da história da cidade

O trabalho “Retrô dos Morros” mostrou a origem das favelas no Brasil. O nome favela é de uma planta da caatinga, muito comum no território em que moravam os combatentes da Guerra dos Canudos. Do escambo à moeda, a história do sistema monetário brasileiro também foi contada. “Antes o homem comia apenas o que plantava, mas com o tempo começou a trocar mercadorias tendo a moeda como intermediário nessa troca. Hoje, você trabalha com o cheque”, comenta João Gonçalves de Oliveira, aluno do Ensino Médio.
 
Todas as atividades desenvolvidas por esses alunos foram avaliadas por uma equipe de professores. Entres os critérios observados estavam o empenho, a criatividade e a organização das turmas. A E.E. Afrânio de Melo Franco participa dos projetos Escola Viva, Comunidade Ativa,  Escola de Tempo integral e Peas Juventude da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais.

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Estudantes da E. E. Geraldo Landi são premiados em concurso de frases

06/10/2009

A criatividade virou prêmio literário para a Escola Estadual Geraldo Landi, em Teófilo Otoni. Dois alunos da 5ª série do Ensino Fundamental foram premiados com os primeiros lugares em um concurso municipal de frases. Organizado pela União Estudantil de Teófilo Otoni, o concurso tinha como objetivo homenagear a cidade do norte Minas. Mais de 200 estudantes de 4ª e 5ª série participaram da competição, mas os alunos da Geraldo Landi tiveram destaque. João Vitor Mota Leal e Ana Clara Pereira foram os autores das frases que tiraram o primeiro e o segundo lugar, respectivamente (confira abaixo).

“Teófilo Otoni de ouro, cidade de mil cores, de muitos valores onde se vive grandes amores” (João Vitor – 1º lugar)

“Teófilo Otoni, abençoada e lapidada por Deus, a esperança de um futuro precioso” (Ana Clara – 2º lugar)

A dupla foi homenageada no fim de setembro na Câmara Municipal de Teófilo Otoni, onde cada um recebeu um diploma. João Vitor e Ana ainda tiveram suas frases publicadas na revista literária Café com Letras, da Academia de Letras do município. Além disso, a União Estudantil vai premiar os alunos com uma quantia em dinheiro que será entregue no mês de outubro. O primeiro lugar receberá R$250 e, o segundo, R$200.

A participação no concurso foi iniciativa da professora Cleide Braga Cordeiro Santos. Ela incentivou os alunos como forma de estimular o gosto pela escrita e história da cidade. Para a diretora da Escola Estadual Geraldo Landi, Lúcia de Fátima Salomão, ter dois estudantes premiados é um orgulho para a instituição. “A direção fez questão de parabenizar os estudantes premiados e também os demais que participaram. É um orgulho ver nossos alunos interessados por concursos literários. Trata-se de um bom começo para que eles se interessem pela leitura e escrita”.

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Visitantes ilustres e com história na Escola Estadual Silviano Brandão

Com quase cem anos de história, a Escola Estadual Silviano Brandão recebeu no mês de setembro duas testemunhas vivas dos seus primeiros anos de existência. Amélia Pedersoli Rocha, de 94 anos, e Maria Virgínia Pedersoli, de 102, foram alunas da instituição nas década de 1910 e 1920 e visitaram a antiga escola depois de 80 anos. As duas irmãs foram recebidas por um coral de estudantes do segundo ano da escola, que cantou os parabéns. Emocionada, Amélia leu um texto no qual lembrava nomes de colegas, professores e até da primeira diretora, Mariana Noronha Horta, que ocupou o cargo de 1914, ano da inauguração da escola, a 1932. Amélia também fez questão de mostrar um pequeno avental bordado por ela nos tempos de estudante e  ainda exibiu orgulhosa o diploma do antigo primário, que recebeu ao deixar a escola, ainda em 1926.

Dona Maria Virgínia também não deixou por menos. Orgulhosa, ela não tinha o diploma em mãos para comprovar sua passagem pela escola, mas fez questão de ressaltar que, além de disciplinada, nunca repetiu de ano. “Eu estudei quatro anos aqui e não repeti nenhum”. Longe dos ouvidos dos estudantes, porém, ela admitiu que não era tão exemplar. “Eu gostava aqui da Silviano, mas não gostava de estudar. Quando eu ia no quadro para desenhar o mapa de Minas Gerais eu ficava orgulhosa. Eu desenhava direitinho e colocava as cidades. Só eu na sala sabia desenhar o mapa. Eu ficava toda alegre”

Maria Virgínia e Amélia foram recebidas pelos estudantes da Silviano Brandão

Maria Virgínia e Amélia foram recebidas pelos estudantes da Silviano Brandão

Nenhuma das duas havia voltado à escola desde que se formaram no antigo “Grupo” Silviano Brandão e fizeram questão de reparar em cada detalhe. Mesmo com dificuldade de andar, Amélia e Maria Virgínia passearam pelo pátio e notaram as mudanças pelas quais passou a escola nos mais de 80 anos. “Mudou da água para o vinho. O prédio era dividido em dois, outra coisa. Mas foi uma mudança para melhor”, conta Amélia, encantada com a nova Silviano Brandão. 
O passeio provocou saudades dos tempos de estudante. Diante do pátio, Dona Amélia lembrou-se de quando ainda era uma garotinha. Sua atividade favorita era a ginástica, mas ressaltou que era bem diferente das atividades esportivas praticadas hoje pelos alunos. Atualmente, a Silviano Brandão tem até uma pista de skate, mas na década de 1920 Amélia sequer sonhava com manobras tão radicais. “Eu gostava muito de ginástica. Mas era muito simples, a gente só movimentava os braços para cima e para baixo, fazia exercícios de respiração”, lembra.

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Estão abertas as inscrições para o Plug Minas

05/10/2009

Oferecido pelo governo de Minas, o programa de formação e experimentação digital, Plug Minas, está  com as inscrições abertas até o dia 18 de outubro. Para se inscrever, o interessado deve ser estudante ou recém-formado do Ensino Médio das escolas públicas estaduais de BH e Sabará e ter entre 15 e 24 anos. O curso tem o objetivo de ampliar a formação do estudante por meio da cultura digital, artes, internet, televisão,cinema e games. Os cursos oferecidos são: Desenvolvimento de Jogos Digitais, Empreendedorismo Juvenil e Valores de Minas. As inscrições podem ser feitas pelo site do Plug Minas. Mais informações pelo telefone (31) 3484-1015.

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Nova quadra e novas possibilidades na E.E. Coronel Manoel Soares do Couto

A Escola Estadual Coronel Manoel Soares do Couto, em Belo Horizonte, ganhou um reforço de peso na sua estrutura. A partir deste mês de outubro os 1.500 alunos da escola terão à disposição uma quadra poliesportiva coberta, com arquibancadas, além de uma quadra de peteca. Inaugurada na última quinta-feira (01/10), a quadra demorou nove meses para ser construída e demandou um investimento de cerca de R$ 500 mil da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais.

Imagens do antes e depois da quadra na escola

Imagens do antes e depois da quadra na escola

Na cerimônia de inauguração, a diretoria abriu oficialmente as portas da quadra e os alunos começaram imediatamente a utilizar as instalações. Um jogo de futebol entre estudantes do turno da manhã contra o turno da tarde foi realizado para  marcar o início das atividades esportivas no local. O Subsecretario de Administração do Sistema Educacional, Gilberto José Rezende dos Santos, e a Subsecretaria de Informações e Tecnologias Educacionais, Sônia Andere Cruz, deram o apito e o pontapé iniciais para a partida.

A cerimônia de inauguração foi marcada pela animação dos estudantes. Só na última quinta-feira (01/10) eles puderam ver a quadra pela primeira vez e a reação foi de surpresa. Alguns alunos fizeram apresentações sob o som da trilha da vitória de Ayrton Senna, e a música “É uma partida de futebol”, do Skank, para comemorar a inauguração do novo espaço. “O que mais me impressionou foi o que os alunos fizeram aqui. Eles não conheciam o espaço, nós deixamos que eles conhecessem na hora. Eles gritaram e aplaudiram demais, foi como uma torcida de futebol”, conta a diretora da E.E. Coronel Manoel Soares do Couto, Maria Geralda Vilela.

A festa dos estudantes tem razão de ser. A quadra era um sonho antigo da escola inaugurada em 1970 e aumenta a gama de atividades possíveis de serem desenvolvidas na Manoel Soares do Couto. Na semana da criança, entre os dias 12 e 16 de outubro, alguns torneios esportivos serão realizados. Segundo a diretora, a quadra vai ajudar tanto para reforçar projetos, quanto para melhorar o desempenho dos estudantes em sala de aula. “Podemos fazer torneios, atividades culturais, feiras etc. A quadra é muito importante porque é um espaço para a socialização. Ajuda até em sala de aula, porque quando o aluno tem um espaço para interagir com os colegas ele fica mais interessado em receber o conteúdo em sala”, explica Maria Geralda. Além disso, a nova quadra também servirá a comunidade. Integrante do projeto Escola Viva – Comunidade Ativa, a escola abrirá os portões da quadra para o uso da comunidade do entorno.

Acessibilidade

A nova quadra não chama atenção apenas pela beleza. As instalações foram todas adequadas para o uso de deficientes físicos. Além de rampas de acesso, os banheiros também foram adaptados. “As rampas e os banheiros estão todas de acordo com as normas. Uma das preocupações na construção foi justamente a acessibilidade”, explica a diretora, Maria Geralda Vilela.

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Meio-ambiente é a manchete – E.E. Francisco Brant

04/10/2009

O meio ambiente é manchete na Escola Estadual Francisco Brant. A professora Fátima Anselmo aproveitou a temática para ensinar técnicas de jornalismo para os estudantes do 1º ano do ensino médio. Com o meio ambiente na cabeça e muitas ideias na ponta do lápis,  cada aluno elaborou uma reportagem sobre o tema. A autora do melhor texto foi a estudante Aléssia Maria Madeira Guimarães, 15,  que narrou a experiência da escola com o meio ambiente em 2009. “A nossa escola fez todo um projeto sobre meio ambiente ao longo do ano. Uma gincana, excursões ecológicas, um trabalho de conscientização na escola. A partir daí nós construímos a reportagem”, explica a jornalista-mirim. A reportagem de Aléssia, vencedora do concurso entre os alunos, será publicada no início deste mês no jornal de bairro, Caiçaras, que circula na região noroeste.

Estudantes entrevistam coordenadora do projeto Manuelzão

Estudantes da Francisco Brant entrevistam representante do Projeto Manuelzão

A matéria premiada de Aléssia e as reportagens produzidas pelos outros colegas fazem parte de uma iniciativa da professora Fátima. No início do ano, Fátima publicou o livro “I Mostra de Artigos de Opinião – O Lugar onde vivo”, no qual 160 estudantes fazem descrições dos seus bairros. O livro foi resultado de um trabalho da professora na Olimpíada Brasileira de Língua Portuguesa 2008, promovida pelo MEC. A professora Fátima foi então convidada a elaborar um projeto que pudesse colaborar na organização do evento em 2010. A proposta era criar uma ação pedagógica e descrever o processo de aprendizagem dos alunos. Ela, então, aproveitou o tema meio ambiente, que já era desenvolvido pela escola, para incentivar os estudantes nas reportagens. “As Olimpíadas trabalham a escrita em diversos gêneros e no ano que vem será a reportagem. Portanto, eu trabalhei com os alunos desde a análise de matérias de revistas e jornais sobre meio ambiente até a coleta de informações e a realização das entrevistas. Valeu para incentivar o interesse por questões ambientais e também pela leitura e escrita”, destaca.

meio-ambiente 2
Visita dos estudantes ao córrego Engenho Nogueira, da região Noroeste

O impacto desse trabalho nos alunos foi positivo, como atesta a aluna Aléssia. Satisfeita por ter sido escolhida a melhor repórter da turma, a estudante elogiou a atividade. “Esse tipo de trabalho, que envolve pesquisa de campo, excursões, atividades diferentes das que fazemos em sala, anima as pessoas e desperta interesse pela escola”, afirma. Apesar de ser a autora da reportagem campeã, Aléssia já descartou Jornalismo da lista de possíveis profissões. Ela está em dúvida entre Direito e Ciências Sociais. No entanto, depois das atividades de redação na Escola Estadual Francisco Brant, ela já se decidiu que quer seguir por uma vertente que privilegie o caráter ambiental. “Eu sempre tive vontade de fazer Direito. Depois do projeto eu fiquei conhecendo o Direito Ambiental. Seria ótimo poder unir a minha vontade de ser advogada com esse tema”, explica a estudante.

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Inscrições abertas para o vestibular da UFOP

03/10/2009

A Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) já abriu inscrições para o vestibular 1º/2010. Ela deve ser feita pela internet (www.ufop.br), no período de 25 de setembro a 16 de outubro. A taxa de inscrição, no valor de R$ 60,00, pode ser paga até o dia 19 de outubro de 2009.

A seleção será realizada em três etapas. A primeira delas vai utilizar os resultados do Enem 2009 para a classificação dos candidatos. A segunda etapa será no dia 20 de dezembro de 2009, com provas específicas e de redação. A terceira e última etapa acontece entre os dias 22 e 24 de janeiro de 2010, com provas específicas.

As obras literárias indicadas são: Os ratos, de Dyonélio Machado, Solombra, de Cecília Meireles, e Os dous ou O inglês maquinista, de Martins Pena. Outras informações pelos telefones: (31) 3559-1351 ou (31) 3559-1352

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Abertas inscrições para vestibular da Fumec

02/10/2009

A Fumec abre inscrições entre os dias 28 de setembro e 22 de outubro para o vestibular 2010 (1º semestre). Os candidatos devem se inscrever pela internet (www.vestibular.fumec.com.br). O valor da taxa é de R$60,00. Vinte por cento das vagas de cada curso serão destinadas aos candidatos que optarem pelo aproveitamento das notas do Enem (2006, 2007 ou 2008). As provas vão ser realizadas no dia 25 de outubro de 2009, das 8h30 às 13h.

Os livros indicados para o processo seletivo são: Sermão da sexagésima, de Padre Antônio Vieira, Cobra Norato, de Raul Bopp, e Antes do baile verde, de Lygia Fagundes Telles. Mais informações pelo telefone: (31) 3269-5271.

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