Meio ambiente em foco

29/11/2011

A Escola Estadual Leandro Antônio de Vito, em Uberaba, realizou ao longo do ano diferentes atividades voltadas para valorização e preservação do meio ambiente.  As ações envolveram não apenas os alunos da escola como também representantes de toda comunidade escolar. As atividades promovidas pela escola foram premiadas, na última semana. A instituição foi a vencedora da ‘Gincana Vivenciando os 3 R’s’, promovida pelo Instituto Agronelli de Desenvolvimento Social, entidade que trabalha no sentido de valorizar a cidadania e o meio ambiente.

“Ao inscrever o projeto na Gincana nós colocamos como ação principal a construção de uma horta e detalhamos uma série de ações que a escola deveria realizar em prol do meio ambiente. Entre as exigências da Gincana estavam a realização de uma ação ambiental e de uma tarefa que contasse com a participação da família. Vencia a instituição que desenvolve todas atividades propostas”, conta a professora para uso da biblioteca, Ana Maria Barbosa Ribeiro.

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Alunos utilizaram garrafas PET para construir uma horta na escola. Foto: Arquivo Escola

Para cumprir a primeira tarefa a escola inscreveu a horta, espaço que foi construído com a ajuda dos estudantes. “Durante o ano uma das ações que eu mais gostei foi de plantar a horta. Nós plantamos mudas de cebolinha, salsinha, couve, entre outras”, afirma a estudante do 7º ano do ensino fundamental, Larissa Eduarda da Silva Santos.

A parte mais fácil do projeto foi o envolvimento da família. Isso porque, segundo Ana Maria a comunidade escolar sempre trabalha em parceria com a escola. “Fizemos uma gincana para arrecadar garrafas PET e conseguimos muitas garrafas. Uma parte do material nós colocamos na horta e a outra parte vendemos e doamos o dinheiro para o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente. O fundo é utilizado pelo município para realizar atividades sociais na cidade”.

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Alunos aprendem a fazer papel com material reciclado. Foto: Arquivo Escola  

Os alunos do Projeto Escola de Tempo Integral (Proeti) também contribuíram para tonar o ambiente mais saudável. Nas aulas, utilizando materiais recicláveis, eles criaram diferentes objetos. Com jornais, por exemplo, os estudantes criaram cestas e quadros. Já os papéis usados foram utilizados nas oficinas de reciclagem e ganharam novas formas. “Os alunos aprenderam a fazer papel e com os papéis já reciclados, os estudantes fizeram pintura rupestre com o auxilio da professora de História”, ressalta Ana Maria Barbosa Ribeiro.

 Para conscientizar toda a comunidade a escola também criou fez uma passeata enfocando ações em prol do meio ambiente.

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 15:59

Estudantes aprendem inglês pesquisando sobre moda

28/11/2011

As aulas de inglês na Escola Estadual Abílio Neves, no município de Campo Belo, tomaram novas formas durante os dois últimos bimestres do ano letivo. Os alunos se empenharam e intensificaram seus estudos para montar o projeto “Stars Of Abílio Neves 2011”. Iniciativa que teve como finalidade propiciar uma aprendizagem significativa ao ensino da língua Inglesa a estudantes do ensino fundamental. E como incentivo para o estudo do idioma, a escola montou um desfile de moda.  “Os alunos tiveram um mês de preparação para estudar tudo sobre moda. Eles montaram um histórico sobre moda e trouxeram a cultura americana para o Brasil”, conta o Supervisor Pedagógico da escola, Bruno Santos Teodoro.

A culminância do trabalho aconteceu no último sábado (26-11) quando a escola promoveu a Mostra Cultural ‘Tecendo Valores’.  Além do desfile, protagonizado pelos alunos dos anos finais do ensino fundamental, os estudantes do 1º ao 5º ano apresentaram os trabalhos desenvolvidos ao longo do bimestre.

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Além de apresentar o que aprenderam nas aulas de inglês durante o desfile, estudantes enfeitaram a escola com cartazes. Foto: Arquivo Escola

O desfile foi todo narrado em inglês e para que as pessoas que não entendem a língua também pudessem prestigiar o evento, os alunos fizeram a tradução do desfile. Ao todo, foram apresentados 65 modelos, a maioria deles criados pelos próprios estudantes. Durante o desfile também foram escolhidos, por um júri composto por representantes da comunidade escolar, os alunos destaques. “Os jurados levaram em consideração beleza, simpatia, elegância, postura na passarela e conhecimentos sobre o mundo da moda, já que os alunos foram entrevistados antes do evento”, afirma Bruno.

A estudante do 6º ano do ensino fundamental, Lívian Caroline de Sousa, ganhou o prêmio Mini Miss Star of 2011. Para a estudante que montou seu ‘modelito’ em apenas um dia, aprender Inglês dessa forma fica mais interessante. “Foi muito bacana ganhar o prêmio e aprender inglês assim fica muito mais fácil. Durante as aulas nós pesquisamos várias palavras em inglês para que pudesse utilizar durante o desfile”.

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Alunos dos anos iniciais do ensino fundamental também apresentaram seus trabalhos durante a Mostra. Foto: Arquivo Escola

Já o estudante do 6º ano do ensino fundamental, Iago Lucas Silva, ganhou o Mini Master Star of 2011. A aluna do 9º ano do ensino fundamental, Luany Eloisa Campos, venceu a categoria Garota Star Of 2011, e o estudante do 7º ano do ensino fundamental, Rhuan Cesar de Azara Silva, foi campeão na categoria Garoto Star Of 2011. Segundo Bruno Santos Teodoro,a turma dos alunos vencedores devem receber como prêmio uma viagem. O destino deverá ser uma confecção de costura ou um local ligado a moda.

Durante a Mostra, os alunos do 1º e 2º ano do ensino fundamental trabalharam o tema Família e fizeram a exposição de trabalhos por meio de maquetes e cartazes. Já os alunos do 3º e 4º ano do ensino fundamental tiveram como tema central a Escola, os estudantes apresentaram um histórico sobre a escola, pesquisaram sobre os ex-diretores, entre outros. Já os alunos do 5º ano focaram a sociedade e pesquisaram sobre a importância da sociedade na educação. Eles também apresentaram o resultado de entrevistas feitas com a comunidade.

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 15:20

Uma feira, várias culturas

25/11/2011

As diferentes culturas de 13 países serão apresentadas neste sábado (26-11) na Escola Estadual Emília Esteves Marques, no município de Carangola. A Feira das Nações, que está em sua segunda edição, vai apresentar para comunidade um pouco da história de alguns países, abordando questões como economia, religião, danças típicas, entre outros. Entre os países pesquisados desde o mês março pelos estudantes do ensino médio da escola estão: a Índia, Nigéria, Egito, Itália e Cuba. 

“Os alunos foram divididos em grupos e cada um escolheu com qual país queria trabalhar. O objetivo da feira é mostrar para os estudantes a importância de se conhecer a cultura dos outros países. Os alunos estão muito animados e já pensam no evento do próximo ano”, explica a idealizadora da feira e professora de Sociologia, Thais Nunes de Souza.

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Em 2010, um dos países estudados foi a Argentina. Foto: Arquivo Escola

A abertura do evento contará com a apresentação do grupo Kairós, que é um grupo de dança formado por alunos da escola. Após a apresentação estará aberta a visitação aos stands. Cada turma teve a liberdade de enfeitar a sala como melhor entendesse. “As salas serão enfeitadas e alguns grupos vão levar comidas que representam a culinária de cada país. Também vão acontecer apresentações artísticas de danças típicas”, conta Thais.

O grupo da aluna do 1º ano do ensino médio, Anne Carolyne Furtado Delan, vai apresentar a China.  “Vamos apresentar a culinária do país e vamos decorar toda a sala. Descobrimos que a maioria dos móveis chineses são feitos com bambu, por isso, fizemos luminárias e criamos outros objetos, feitos com o mesmo material, para enfeitar a sala”.

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Primeiro edição da Feira das Nações foi em 2010. Foto: Arquivo Escola

Depois de muito tempo de pesquisa, a estudante ressalta ainda a maior dificuldade que encontrou para realização do trabalho.  “Vamos fazer no dia um Yakissoba, que é uma espécie de macarrão chinês. Pegamos na internet a receita e até agora não conseguimos acertar. Mas no sábado vai dar tudo certo”, afirma Anne. 

Todos os trabalhos realizados pelos estudantes serão avaliados por jurados convidados pela escola. Os três primeiros lugares serão premiados. Entre os aspectos avaliados está a organização, criatividade na montagem dos stands, adequação ao tema, conhecimento sobre o país e o trabalho em equipe. Também serão premiados os cartazes que enfeitarão a escola durante a feira.

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 16:27

Alunos da rede estadual conquistam 4º lugar na ‘III Jornada de Foguetes

24/11/2011

Garrafa PET e latinhas de refrigerante foram alguns dos objetos utilizados pelos alunos da Escola Estadual Marcolino de Barros, em Patos de Minas, para construir o foguete que conquistou o 4º lugar na ‘III Jornada de Foguetes’, que aconteceu no início de novembro, no município de Passa Quatro, em Minas Gerais. O 4º lugar foi alcançado graças a um lançamento de 190 m. “Foi a primeira vez que conquistamos essa altura”, conta o integrante da equipe Rodrigo Carvalho, que é aluno do 2º ano do ensino médio da escola.

A equipe vencedora era composta por três alunos da escola, que ficaram sabendo que iam representar a instituição no início do ano. “Nós promovemos, no mês de maio, um torneio na escola para escolher a equipe que iria representar a instituição. Todos os alunos montaram projetos e construíram foguetes que deveriam ser composto por materiais simples”, explica o orientador da equipe e professor de Química, Éder Cley Santana.

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Foguete criado pelos estudantes alcançou um lançamento de 190 m. Foto: Arquivo Escola

Após a competição na escola veio o trabalho duro. Os estudantes tiveram que se empenhar cada vez mais para aperfeiçoar o foguete. “Tivemos que utilizar diversos tipos de asas para ver qual dava mais estabilidade para o foguete. Estudamos também o melhor jeito de prender o foguete a base para que ele não perdesse pressão no momento do lançamento”, ressalta Rodrigo.

Para o lançamento do foguete os alunos deveriam utilizar apenas materiais não combustíveis. Para isso, eles tiveram que trabalhar as reações químicas. Os estudantes optaram por utilizar bicarbonato de sódio, ácido cítrico e água. O foguete era colocado em uma base de lançamento feita com canos PVC, nessa base foi colocado ácido cítrico que ao entrar em contato com a água e o bicarbonato gerava o CO2. O gás foi o responsável por fazer com que a pressão dentro do foguete aumentasse para que quando a trava de segurança fosse puxada o gás produzido fosse expelido para trás propulsando o foguete para frente, fazendo assim o com que ele deslocasse no ar.

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Estudantes trabalharam com reações químicas durante competição. Foto: Arquivo Escola

Para Rodrigo Carvalho participar da ‘III Jornada de Foguetes’ acrescentou muito aos seus conhecimentos. “A competição foi muito boa. Tivemos a oportunidade de aprender muitas coisas novas, por meio de palestras e vendo a apresentação dos outros grupos. Cada foguete era de um jeito e cada equipe utilizou uma reação diferente”.

Jornada de Foguetes (Obfog)

A Jornada de Foguetes faz parte da Olimpíada Brasileira de Foguetes. Podem participar da jornada alunos dos ensinos fundamental e médio de escolas públicas e privadas. Para participar da competição, as escolas devem promover campeonatos internos e enviar para a coordenação da competição um documento comprovando o maior lançamento do foguete. Este ano, foram convidadas a participar da Obfog as 30 equipes das escolas que lançaram mais longe o foguete.

 

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 14:01

Uma semana dedicada à literatura

23/11/2011

Durante este ano, os alunos da Escola Estadual Leopoldina Barros Drumond, no município de Ferros, viraram pesquisadores da literatura. É que para realizar a semana literária da escola, os estudantes tiveram que pesquisar praticamente tudo sobre a vida e obra de 12 escritores brasileiros. Vinícius de Moraes, Cecília Meireles e Carlos Drummond de Andrade estão entre os autores estudados.

Cada turma ficou responsável por um autor e para iniciar a semana com chave de ouro, na última segunda-feira (21-11) os estudantes ornamentaram a escola com cartazes que contavam um pouco sobre a trajetória dos escritores e convidavam os estudantes a participar de apresentações teatrais e artísticas, que mesmo ainda não tendo uma data definida para acontece já movimentam a escola.

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Escola foi ornamentada com cartazes que contavam da vida e obra dos escritores estudados. Foto: Arquivo Escola

A estudante do 3º ano do ensino médio, Sabrina de Oliveira Anício, ressalta a contribuição da semana para seu aprendizado. “O projeto da semana é muito bacana estamos aprendendo não apenas sobre o nosso autor como fatos dos outros escritores também. A minha sala está trabalhando com a trajetória de Carlos Drummond de Andrade. Para a semana estamos montando um saral de poesia, exposição com cartazes e ainda vamos apresentar um teatro contando os principais fatos da vida dele e a relação do autor com o movimento modernista.”

Na terça-feira (22-11), a escola promoveu uma exposição de livros de autoria dos 12 escritores estudados, é o que explica a diretora da escola, Maria Geralda Alves Drummond Azevêdo. “Fizemos a exposição de cerca de 50 livros, para que os alunos pudessem conhecer um pouco mais sobre as diferentes obras”.  A diretora ainda ressalta os objetivos da semana. “Pretendemos valorizar a literatura como forma de compreensão do mundo, além de estabelecer relação entre texto e contexto”, conta.

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Em exposição alunos conhecem livros de diferentes escritores. Foto: Arquivo Escola

Já nesta quarta-feira (23-11) a escola foi enfeitada com os projetos dos alunos. Entre os trabalhos esteve o da aluna do 3º ano do ensino fundamental, Daniele Rodrigues Figueiredo. O trabalho da turma da estudante foi sobre o escritor Elias José. “Eu aprendi que ele tinha três filhos e morava em Guaxupé. A minha sala fez desenhos para serem expostos durante a semana e no meu desenho eu representei o escritor e sua casa”.

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 14:37

Materiais reciclados tomam novas formas em Patos de Minas

22/11/2011

 Os alunos da Escola Estadual Adelaide Maciel, em Patos de Minas, que participam do Projeto Escola de Tempo Integral (Proeti) não vêm mais garrafas PET, palitos de picolé e caixinhas de leite vazias com os mesmos olhos. Quando olham para esses objetos eles imaginam um avião, um porta-retrato e até elefantinhos.  É que durante três meses os estudantes intensificaram os trabalhos com artes e desenvolveram vários objetivos com materiais que, geralmente, após serem utilizados são jogados no lixo. O resultado do trabalho foi apresentado nesta terça-feira (22-11) no auditório do Centro Universitário de Patos de Minas (Unipam).

Durante o evento, os estudantes apresentaram para comunidade escolar e para alunos do Centro Universitário números musicais, declamaram poesias e montaram uma exposição com todos os trabalhos. “Por meio de uma parceria com a Rede Artes, que é um projeto da Unipam, os alunos fizeram vários trabalhos com material reciclado e montaram apresentações musicais”, conta a diretora da escola, Francisca Natália Nunes Borges.

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Durante culminância do projeto, estudantes fizeram apresentações musicais. Foto: Arquivo Escola

Por meio do projeto ‘Cores, Formas e Sonhos’, os alunos fizeram aviões e tartaruguinhas com garrafas PET, porta-retratos com palitos de picolé e também portas-treco. Durante as aulas que incentivavam a reciclagem os estudantes também trabalharam com pinturas. “Na escola nós desenvolvemos todo o trabalho em parceria, as professoras Vânia Regina Borges Teixeira, Maria José Marinho Oliveira e a supervisora Norma Moreira ajudaram muito. Tivemos aulas em que os alunos conheciam histórias e produziam brinquedos a partir delas”, explica a professora de Educação Física e Artes, Kelly Cristine Araújo Caixeta.

Todos os objetos criados pelos alunos ficarão expostos durante uma semana na Unipam. Para a estudante do 4º do ensino fundamental, Giovanna Gabryelle Gonçalves, de 9 anos, vale à pena conferir a exposição. “Foi muito bom trabalhar com material reciclado. O trabalho ficou muito interessante e criativo todo mundo que for lá ver vai gostar”.

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Comunidade escolar visita exposição feita pelos alunos do Proeti. Foto: Arquivo Escola

Depois da exposição os objetos serão entregues para os alunos, que já sabem o que vão fazer com eles. “Eu vou colocar uma foto bem bonita no porta-retrato”, conta a aluna do 4º ano do ensino fundamental, Débora Cristina Rocha Ribeiro, de 9 anos. Outro aluno do Proeti que também já reservou um espaço em sua casa para os objetos é o estudante do 4º ano, Lucas Caixeta Florence, de 10 anos. “O elefante e o porta-retrato vão ficar na minha estante”.

O objetivo é que a parceria com a Rede Arte continue. “Vamos continuar no ano que vem. A ideia é que os alunos também possam ter aulas de música”, afirma Kelly.

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 16:22

Em Jordânia, folclore internacional é apresentando por meio da dança

21/11/2011

A dança como forma de disseminação da cultura. É assim que os alunos da Escola Estadual de Jordânia, localizada na cidade de mesmo nome, vê essa arte. Na última semana em uma apresentação aberta a comunidade alunos do ensino médio fizeram apresentações de dança do folclore internacional. Durante o Festival de Folclore e Cultura os estudantes fizeram apresentações de danças de seis países: Brasil, China, Rússia, Ìndia, França e Itália. 

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Dança indiana é apresentada para a comunidade. Foto: Arquivo Escola

Nos seus dez anos de existência, o Festival  já explorou o folclore da região e de várias outras partes do Brasil. Em apresentações de dança, estudantes já mostraram o frevo, samba, Xaxado, lundú, carimbó, entre outros. Segundo um dos organizadores do festival, Côncio Gobira, a escolha do folclore internacional agradou o público. “Nós tentamos abordar os países que fazem parte do Brics e como os alunos estão habituados com o folclore brasileiro foi bom mudar de tema para inovar. As danças apresentadas foram lindas e a platéia gostou muito”.

A preparação para as apresentações tiveram início no mês de julho, quando ocorreu um sorteio para definir qual grupo seria responsável por qual dança. Na ocasião, os alunos receberam um DVD contendo um pequeno histórico sobre as danças e a partir daí começou todo o trabalho. Os estudantes tiveram que pesquisar sobre a origem da dança, figurino, entre outras coisas.

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Na dança russa predominaram as cores vermalha e preta. Foto: Arquivo Escola

O estudante do 2º ano do ensino médio, Hudson Oliveira Freitas, de 16 anos, que participou do grupo que apresentou o dança russa conta o que seu grupo apresentou para comunidade. “Nós pegamos os pontos principais da cultura russa e colocamos na apresentação. Percebemos a influência do balé e inserimos na nossa dança. As cores predominantes no figurino foram o preto e o vermelho”. Um jurado composto por representantes de outras escolas da região elegeu os três melhores grupos.

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 16:08

Escola de João Monlevade mostra a África para a comunidade

Culinária, crença e música da África ganharam as salas de aula da Escola Estadual Manoel Loureiro, em João Monlevade, na região Central do Estado. Após três bimestres de pesquisas, alunos do ensino médio apresentaram, no último sábado (19/11), o resultado do projeto ‘Sabores da África’. Aberto à comunidade, o trabalho mostrou aos visitantes um pouco da história africana e as influência dessa cultura no Brasil. A data de encerramento não foi escolhida por acaso. No domingo, dia seguinte à culminância, foi comemorado o ‘Dia da Consciência Negra’.

“Durante esse período nós trabalhamos textos informativos e procuramos estudar projetos que têm foco na cultura afro-brasileira. A pesquisa das manifestações culturais na literatura faz parte do cronograma de atividades previstas para o ensino médio”, explica a professora de Língua Portuguesa, Gilda Divina Teixeira.

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Estudantes da Escola Estadual Manoel Loureiro mostra resultado de três bimestres de trabalho para comunidade. Foto: Arquivo Escola

O encerramento da atividade contou com stands e apresentações teatrais que falaram de temas como o racismo, o sistema de cotas, a culinária afro brasileira, além da literatura sobre o tema. “Entre os escritores brasileiros, também estudamos Castro Alves, considerado o poeta dos escravos”, detalha a professora. Ainda na literatura nacional, o trabalho contou com apresentações teatrais da obra ‘A Bonequinha Preta’, de Alaíde Lisboa de Oliveira e da obra ‘O Menino Marrom’ de Ziraldo.

Os contos que retratam as lendas populares de países africanos que falam a Língua Portuguesa, como Angola e Moçambique. As narrativas falam da existência humana e da religiosidade. “Tem um conto que fala sobre uma conversa entre o Sol e a Lua, em que um tenta convencer o outro a ir morar em sua casa. É uma história que explica sobre a existência do dia e da noite. Nós contamos para as crianças e elas gostaria muito”, comenta a estudante do 3º ano do ensino médio, Miara Bianca Fernandes Alves.

A estudante ainda destaca que a escola também tem o papel de ajudar na formação cidadã dos alunos. “As pessoas falam que a educação vem de casa, mas acredito que a escola também tem esse papel, pois é quando a criança chega à escola que encontra outras crianças bem diferentes dela, com outros costumes e religião”, lembra a estudante.

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Aspectos da cultura africana foram apresentados no evento. Foto: Arquivo Escola

Merenda no clima

Em um dia que se falou tanto da cultura afro brasileira, a merenda não podia fugir à regra. Para o cardápio, a escolhida foi a feijoada, comida feita pelos negros a partir dos alimentos que não eram utilizados pelos senhores na época da escravidão. Os participantes também puderam degustar de comidas típicas brasileiras que tiveram influência africana, como o acarajé baiano e o frango com quiabo de Minas.

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 15:08

Aula de História ganha o palco em escola estadual de Venda Nova, em Belo Horizonte

18/11/2011

Nos livros de História, os estudantes aprendem sobre fatos quem marcaram a humanidade. Hábitos, costumes e crenças despertam a imaginação à medida que as páginas são folheadas. Porém, esse imaginário pode ganhar contornos e formas, como acontece na Escola Estadual Coronel Manoel Soares do Couto, em Venda Nova – Belo Horizonte. Nesta sexta-feira (18/11), cerca de 60 alunos do 1º ano do ensino médio apresentam o cotidiano e fatos marcantes do Império Romano (200 a.C – 400 d.C) em forma de teatro. A dramatização é resultado de muita pesquisa, o que deixou os alunos com o conteúdo da disciplina de História na ‘ponta da língua’.

Alunos do 1º ano do ensino médio fazem dramatização do período do Império Romano. Foto: Arquivo da Escola

Alunos do 1º ano do ensino médio fazem dramatização sobre o período do Império Romano. Foto: Arquivo da Escola

“Foi um período da História marcado pelas conquistas territoriais dos antigos povos romanos. Em nossa peça vamos destacar um pouco do cotidiano das pessoas na época, como a utilização do Coliseu, que fica em Roma (Itália), para manifestações artísticas, políticas e as famosas lutas entre os gladiadores que eram escravos utilizado para entreter as pessoas com seus confrontos”, explica Carlos Eduardo Miranda, aluno do 1º ano do ensino médio e um dos roteiristas da peça.

Para que a época fosse retratada da forma mais fiel possível, os alunos fizeram pesquisas em filmes, na internet, e claro, assistiram as aulas de História do professor Roberts Tadheu. “Sempre procuro ensinar a minha matéria de forma prática. Não gosto de ficar só quadro e no giz. Gosto de um trabalho mais dinâmico”, explica o educador.

Danças e desfiles com trajes da época época foram apresentados a 500 alunos do turno da manhã e serão apresentados no noturno também. Foto: Arquivo da Escola

Danças e desfiles com trajes da época época foram apresentados a 500 alunos do turno da manhã e serão apresentados no noturno também. Foto: Arquivo da Escola

Para o cenário, os estudantes fizerem uma releitura do Coliseu utilizando tecido em TNT preto. “O nosso cenário tem seis metros de altura, mas é apenas uma representação mesmo, já que o Coliseu de verdade tem 46 metros de altura”, lembra Carlos Eduardo.

 Em um trabalho interdisciplinar com a professora de Arte, vão apresentar em um desfile os trajes típicos do período estudado. “As roupas eram montadas no próprio corpo. Grandes tecidos eram enrolados no corpo e amarrados em pontos estratégicos para dar o efeito de babados”, completa o estudante.

Trabalho é desenvolvido na disciplina de História e tem a parceria da professora de Artes. Foto: Arquivo da Escola

Trabalho é desenvolvido na disciplina de História e tem a parceria da professora de Artes. Foto: Arquivo da Escola

Entre as conquistas dos antigos povos romanos está o território grego. Porém, além do espaço físico, os romanos também se apropriaram de elementos da antiga cultura grega, entre eles a dança. “Vamos ter a apresentação de uma dança chamada Sirtaki. Ela tem movimentos semelhantes ao de sapateado, mas sem muitos movimentos dos pés, pois acreditavam que muitos movimentos geravam constrangimento entre as pessoas”, explica o estudante. 

As apresentações organizadas pelos alunos do turno da manhã também poderá ser vista pelos estudantes do noturno. Ao todo, cerca de mil alunos da Escola Estadual Manoel Soares do Couto poderão entender um pouco sobre esse período da História.

Postado em: Escola é Manchete — hudsonmenezes @ 15:56

AGENDA: Escola de Belo Horizonte apresenta peça sobre bullying

17/11/2011

Peça - Nada de Bullying

Estudante da Escola Estadual Flávio dos Santos, no bairro Concórdia, em Belo Horizonte, tomaram uma iniciativa para evitar a prática do bullying no ambiente escolar. No próximo dia 28 de novembro, alunos participantes do Programa Educacional de Atenção ao Jovem (Peas – Juventude), da Secretaria de Estado de Educação, vão apresentar a peça “Nada de Bullying”. O roteiro foi escrito pelos próprios alunos, que têm entre 15 e 17 anos, e apresenta situações de discriminação na escola. Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail da escola: escola.1805@educacao.mg.gov.br

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