Escola incentiva a leitura por meio da arte

07/10/2011

O incentivo à leitura na Escola Estadual Irmão Afonso, no município de Uberaba, extrapola os limites territoriais.  A influência da literatura portuguesa, inglesa, japonesa, entre outras, são estudadas na escola desde o início do ano e são apresentadas para toda a comunidade escolar. Por meio, do projeto artístico literário ‘Brasileiro: a mistura que deu certo’, os alunos lêm textos produzidos por escritores de diferentes países e apresentam um trecho para os pais e colegas. “Nesta sexta, os alunos irão apresentar poemas, músicas e peças teatrais. O projeto está em sua terceira edição e é voltado a estudantes do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio”, é o que explica a diretora Jane Luce Araújo. Nesta sexta-feira (07-10) acontecerá a culminância do projeto.

mistura_que_deu_certo[1]

Alunos se apresentam nesta sexta-feira. Foto: Arquivo Escola

Além disso, o projeto é trabalhado na escola de forma interdisciplinar. Os professores de Artes, História e Língua Portuguesa trabalham de forma conjunta para incentivar os alunos a ler cada vez mais. “O retorno que temos é o incentivo à leitura. Os nossos alunos estão buscando a literatura e extrapolando aquilo que leram por meio de apresentações culturais”, conclui a diretora.

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 18:51

Arte nos selos e nos postais

Os trabalhos apresentados na exposição foram produzidos para o concurso cultural ‘Selo Maria Fumaça’, promovido, em 2010, pelo Museu Ferroviário de Juiz de Fora, com foco na educação patrimonial. Ao todo, 1475 desenhos realizados para o concurso serão expostos em uma empena, formando um colorido mosaico. Já as 20 imagens premiadas, sendo dez postais e dez selos, foram ampliadas e serão expostas junto com as dez melhores frases produzidas pelos participantes.
Para escrever sua frase, Elisvânia Dias Fernandes buscou inspiração em objetos antigos. “Nós visitamos o Museu e lá ficamos sabendo da importância da Maria Fumaça para o país”. Entre o acervo do Museu Ferroviário de Juiz de Fora estão replicas da Maria Fumaça e objetos utilizados na manutenção do trem. Além de relógios antigos. Segundo a professora de Língua Portuguesa da escola, Heliara Disla Teixeira, que auxiliou a estudante e seus colegas no momento de fazer os desenhos e a escrever as frases, a visita ao museu pode ser trabalhada também de forma interdisciplinar. “Os alunos participaram de palestras e assistiram a vídeos no museu. Aqui na escola todos os professores trabalharam isso em suas aulas. Eu trabalhei com textos, a professora de História trabalhou o contexto da época e a de Matemática com as datas”.
Por ter se destacado no concurso, a estudante ganhou, entre outras coisas, livros de escritores da região e uma caixinha com todos os selos e postais premiados. Os livros, Elisvânia Dias Fernandes doou para a escola para que seus colegas também pudessem ter acesso aos textos.
Outro estudante da rede estadual de ensino que se destacou no concurso e vai ganhar lugar de honra na exposição foi o aluno da Escola Estadual Professor Teodoro Coelho, Diego Barbosa Ernesto de Souza.
Exposição ‘Selo Maria Fumaça’
No intuito de criar uma atmosfera de ambiente ferroviário, a exposição utiliza recursos sonoros, visuais e elementos cenográficos, para aproximar os visitantes da Maria Fumaça. Também foi elaborada uma maquete representando um percurso ferroviário, que tem como pontos-chave a Praça da Estação, local onde fica o Museu Ferroviário, e o Edifício dos Correios, que abriga a exposição.
Visitação
Local: Espaço Cultural Correios – Rua Marechal Deodoro 470 – Centro
Período: 7 de outubro a 19 de novembro de 2011
Segunda a sexta-feira: das 10h às 18h
Sábados: das 10h às 14h
Entrada franca

“Eu imagino que ela levava e trazia pessoas para a cidade de Juiz de fora e para as outras cidades. Tinha o vagão do maquinista, que era todo preto, várias janelas, três vagões com camas, bancos e um espaço para colocar a carga”, é assim que a aluna do 6º ano da Escola Estadual Professor Quesnel, em Juiz de Fora, Elisvânia Dias Fernandes, 12 anos, vê o trem de ferro movido a vapor que, no século XIX, contribuiu para engatar o Brasil nos trilhos do progresso, a Maria Fumaça. O sentimento da estudante pelo meio de transporte foi eternizado na frase ‘A Maria Fumaça me traz saudade, alegria e um amor pelo tempo que eu não vivi’, que está sendo apresentada na exposição ‘Selo Maria Fumaça’, que foi aberta na última quinta-feira (06-10), no Espaço Cultural Correios, localizado na Rua Marechal Deodoro, nº 470, no centro de Juiz de Fora.

EEPQ1

Elisvânia se destacou em concurso que focava a educação patrimonial. Foto: Arquivo Escola

Os trabalhos apresentados na exposição foram produzidos para o concurso cultural ‘Selo Maria Fumaça’, promovido, em 2010, pelo Museu Ferroviário de Juiz de Fora, com foco na educação patrimonial. Ao todo, 1475 desenhos realizados para o concurso serão expostos em uma empena, formando um colorido mosaico. Já as 20 imagens premiadas, sendo dez postais e dez selos, foram ampliadas e serão expostas junto com as dez melhores frases produzidas pelos participantes.

Para escrever sua frase, Elisvânia Dias Fernandes buscou inspiração em objetos antigos. “Nós visitamos o Museu e lá ficamos sabendo da importância da Maria Fumaça para o país”. Entre o acervo do Museu Ferroviário de Juiz de Fora estão replicas da Maria Fumaça e objetos utilizados na manutenção do trem. Além de relógios antigos. Segundo a professora de Língua Portuguesa da escola, Heliara Disla Teixeira, que auxiliou a estudante e seus colegas no momento de fazer os desenhos e a escrever as frases, a visita ao museu pode ser trabalhada também de forma interdisciplinar. “Os alunos participaram de palestras e assistiram a vídeos no museu. Aqui na escola todos os professores trabalharam isso em suas aulas. Eu trabalhei com textos, a professora de História trabalhou o contexto da época e a de Matemática com as datas”.

Fotos_419

Alunos conhecem um pouco da história da Maria Fumaça em visita ao Museu. Foto: Arquivo Escola

Por ter se destacado no concurso, a estudante ganhou, entre outras coisas, livros de escritores da região e uma caixinha com todos os selos e postais premiados. Os livros, Elisvânia Dias Fernandes doou para a escola para que seus colegas também pudessem ter acesso aos textos.

Outro estudante da rede estadual de ensino que se destacou no concurso e vai ganhar lugar de honra na exposição foi o aluno da Escola Estadual Professor Teodoro Coelho, Diego Barbosa Ernesto de Souza.

Exposição ‘Selo Maria Fumaça’

No intuito de criar uma atmosfera de ambiente ferroviário, a exposição utiliza recursos sonoros, visuais e elementos cenográficos, para aproximar os visitantes da Maria Fumaça. Também foi elaborada uma maquete representando um percurso ferroviário, que tem como pontos-chave a Praça da Estação, local onde fica o Museu Ferroviário, e o Edifício dos Correios, que abriga a exposição.

Visitação

Local: Espaço Cultural Correios – Rua Marechal Deodoro 470 – Centro

Período: 7 de outubro a 19 de novembro de 2011

Segunda a sexta-feira: das 10h às 18h

Sábados: das 10h às 14h

Entrada franca

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 17:37

Aprender para preservar, preservar para aprender

06/10/2011

Quanto mais as cidades se desenvolvem, mais difícil fica conhecer as espécies de árvores nativas de cada região. Essa regra vale praticamente para todos os lugares, mas na zona rural da cidade de Visconde de Rio Branco uma escola encontrou uma maneira de preservar, ao mesmo tempo, a natureza e o conhecimento. Na Escola Estadual Tenente Roberto Soares de Souza Lima um terreno que antes ficava sem função na escola foi usado por alunos e funcionários para o plantio de árvores nativas da região da Superintendência Regional de Ensino de Ubá.

07-10-11 - Foto Árvore 1

Estudantes posam ao lado de árvore nativa. Foto: Arquivo da Escola

No terreno, há exemplares de anjico, cedro, jequitibás, vinhático, paineiras, ipês, jatobás entre outros. No total, há no local cerca de 50 árvores que são típicas da região. A iniciativa faz parte do projeto ‘Conhecer para Preservar’, iniciado pelo diretor da escola, José Geraldo Ferraz, com o intuito de mostrar aos estudantes árvores que já não são mais encontradas facilmente na natureza. “Algumas árvores aqui eu conheço da minha época de criança, não são mais tão comuns. Quando o aluno tem contato com a árvore, conhece de perto, fica mais fácil deixá-lo interessado em preservar essas espécies”, explica. “Somos uma escola rural e se o aluno aprende a preservar dentro da escola ele vai levar essa consciência para a propriedade dos pais”, completa José Geraldo.

O contato com as árvores não se limita a uma simples visita ao espaço onde as árvores estão plantadas. Nesse projeto, diretor e professores costumam ensinar os alunos as características de cada árvore e, a partir disso, gerar conhecimento e conscientização. “Os Ipês, por exemplo, podem ser ornamentais ou podem ser úteis pela madeira. Madeira de Ipê está presente em muitas construções da região. É boa para fazer assoalhos, estábulos. Já a madeira do Cedro é mais macia, melhor para móveis”, explica o diretor. “Explico também a característica de cada árvore”, completa.

07-10-11 - Foto Árvore 2

Plantio constante de mudas colabora para preservar espécies típicas da região. Foto: Arquivo da Escola

Para Vinícius Silva Begnani, de 14 anos, a aula prática traz bons frutos. Desde começou na escola, em 2008, ele conheceu árvores que só tinha ouvido falar e ainda ajudou a aumentar o número de mudas plantadas. “Esse projeto me deu a oportunidade de pesquisar sobre essas árvores. Eu cheguei até a conseguir mudas e ajudar a plantar algumas”, conta. “O jatobá eu só conheci aqui na escola. É muito melhor aprender assim, porque você consegue perceber se a árvore tem um tronco mais grosso, se é mais frondosa, como são as folhas”, completa.

O estudante ressalta ainda que, sob a copa das árvores, há, além de boa sombra, algumas boas lições de história. “A árvore que mais me chamou atenção foi o pau-brasil, pois é uma árvore de importância histórica e que deu nome ao nosso país. Está por aqui desde que Cabral chegou e desde então quase foi extinta”, explica. “Esse projeto também nos ajuda a aprender sobre preservação”, completa.

07-10-11 - Foto Árvore 3Estudantes levam para casa as lições de preservação que aprendem na escola. Foto: Arquivo da Escola

Do chão ao céu

A primeira árvore do terreno foi plantada antes do projeto ter início. Um vinhático de 20 anos, que agora já está com 10 metros de altura, exibe sua copa frondosa e serve de sombra para as brincadeiras dos estudantes. A árvore foi plantada por um antigo funcionário da escola, já falecido, e ganhou até apelido por conta dele: “a árvore do Seu João”.

Enquanto o vinhático já exibe sua “maioridade”, o mais novo exemplar do terreno começa a crescer. Esta semana foi plantada uma muda de Sapucaia, que é a primeira da espécie no local. “Choveu ontem e eu plantei a sapucaia. A semente dela era muito utilizada como alimento dos índios aqui da região, é uma castanha muito gostosa e vai dar boas lições”, diz o diretor.

Postado em: Escola é Manchete — guilhermebrasil @ 09:22

Escola publica livro com texto de seus ‘pequenos poetas’

04/10/2011

Os estudantes da Escola Estadual Professor Luiz Antônio, em Araxá, já são considerados verdadeiros poetas pela comunidade escolar.  É que as melhores poesias produzidas pelos estudantes durante o ano são publicadas em um livro intitulado ‘Fale Poetinha’. A iniciativa tem por objetivo valorizar os trabalhos produzidos pelos alunos em sala de aula. Os exemplares são distribuídos aos alunos e à comunidade escolar. Os textos também são distribuídos a outras escolas da cidade. 

O projeto é desenvolvido na escola há 16 anos e desde o primeiro dia de aula os estudantes são estimulados a participar do ‘Fale Poetinha’, é o que ressalta a professora de Ensino Religioso, Rejaine Fátima Veloso Pereira. “Todas as séries participam do projeto. Desde os alunos do 6º ano do ensino fundamental até os alunos do 3º ano do ensino médio. O trabalho todo começa no primeiro dia de aula”. O projeto é de responsabilidade do Grupo de Desenvolvimento Profissional (GDP) de Etimologia da escola.

Fale poetinha 3

Projeto completou 15 anos, em 2010, e para comemorar foi lançada uma edição especial do livro. Foto: Arquivo Escola

Os melhores poemas são selecionados pelos professores da escola. Para comemorar a escolha dos textos os estudantes participam de uma festa de lançamento do livro. A comemoração conta com a presença de toda comunidade escolar. “No lançamento do livro, os estudantes dão autógrafos e fazem apresentações artísticas’, ressalta a professora.

A estudante do 8º ano do ensino fundamental, Alícia Rieg Silva, de 12 anos, teve seu texto publicado na edição de 2010 e afirma que foi um orgulho para ela e para os pais. “Fiquei muito feliz quando fiquei sabendo que meu texto ia sair. Imagina só ter um texto publicado em um livro. Meus pais me deram os parabéns!”. Em 2010, quando o projeto completou 15 anos de existência a escola montou uma edição especial que contou com um anexo intitulado ‘Fale Poetão’.  Além dos textos dos alunos, a publicação contou com textos dos professores da escola.

Fale Poetinha 2

Estudantes fazem apresentações culturais no lançamento da edição especial do ‘Fale Poetinha’. Foto: Arquivo Escola

Para ter um poema publicado no livro, os estudantes se esforçam durante todo o ano. “Tive um poema publicado em 2009 e este ano já escrevi vários textos e espero que um seja publicado no livro. Os professores estão ajudando muito’, afirma a estudante do 8º ano do ensino fundamental, Júlia Eller dos Santos, de 13 anos. Além do auxilio dos professores o amor pela poesia também ajuda os estudantes a terem seus textos publicados no ‘Fale Poetinha’. “Eu gosto muito de poesia. Acho um gênero fácil e já escrevi muitos textos este ano’, ressalta Eduardo Henrique Fernandes Duarte, de 13 anos. O estudante do 8º ano do ensino fundamental teve seu texto publicado na edição de 2010.

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 14:55

Escola incentiva os alunos a cultivar hortas em suas casas

03/10/2011

Fazer a diferença promovendo ações que contribuam para uma vida mais saudável e para a preservação do meio ambiente, esses são os objetivos do Grupo de Desenvolvimento Profissional (GDP) ‘Atitude Faz a Diferença’ da Escola Estadual Monsenhor Francisco Miguel Fernandes, no município de Rio Espera, Superintendência Regional de Ensino (SRE) de Conselheiro Lafaiete.  O grupo que promove ações em prol do meio ambiente já realizou diversas atividades que visam conscientizar os estudantes e comunidade escolar ano manejo do lixo orgânico.

Além de promover palestras sobre alimentação saudável a escola mantém uma horta e incentiva os alunos a plantarem verduras em suas casas. “Nós doamos mudas de couve, alface, quiabo, entre outras para os alunos. Tudo para que eles possam cultivar sua própria horta. Hoje 43 estudantes do ensino médio já montaram suas hortas”, ressalta a coordenadora do GDP, Teresinha Maximiana Campos Rangel. Os canteiros da escola são todos inspirados em formas geométricas. Quadrados e triângulos são alguns dos formatos fáceis de se encontrar na escola.

DSC00422

Canteiros da escola foram inspirados nas formas geométricas. Foto: Arquivo Escola 

Para que os alimentos cultivados na horta cresçam sempre bonitos e saborosos a escola montou uma composteira, local onde é depositado todo o lixo orgânico da escola. “Colocamos na composteira cascas de frutas e talos de verduras. Depois jogamos folhas e água e daí produzimos o adubo orgânico. A ideia é que os alunos, que também cultivam hortas, construam composteiras em casa”, afirma Teresinha. O objetivo é que os estudantes possam começar a trabalhar a separação do lixo em todos os ambientes começando pela escola e terminando em casa.

Para celebrar a iniciativa dos estudantes que decidiram criar em casa sua própria horta, a escola vai premiar ainda no mês de outubro os alunos que tiverem cultivado as três melhores hortas.  A estudante do 3º ano do ensino médio, Érica Aline do Carmo, é uma das 43 alunas que aderiu a ideia e plantou em sua casa as mudas doadas pela escola. “Cheguei em casa e comentei com os meus pais sobre o projeto. Eles gostaram da ideia e hoje até me ajudam a cuidar da horta, porque viram que é uma fonte de alimentação saudável”. 

DSC00714

Estudantes cuidam da horta da escola. Foto: Arquivo Escola

Para a estudante além de uma alimentação saudável a horta despertou nela uma atenção maior para a preservação do meio ambiente. “Ficou mais prazeroso cuidar do meio ambiente. Por exemplo, hoje quando fazemos peças de teatro na escola, quase não usamos folhas de papel. Procuramos sempre montar os cenários com folhas ou galhos secos”, conclui Érica.

As ações de preservação do meio ambiente desenvolvidas pela escola não consistem apenas na destinação correta do lixo orgânico nem na alimentação saudável, mas também no cuidado com a natureza ao redor da instituição. “O muro da escola é perto de um rio e nós vamos cultivar uma mata ciliar entre o rio e o muro para tentar evitar erosões. A ideia é plantar árvores frutíferas como manga e amora”, afirma Teresinha. Ainda deve ser construída na escola uma estufa, que deve abrigar mudas de diferentes plantas. As embalagens devem ser feitas de material reciclado.

 

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 15:38

Conscientização rende bons frutos

30/09/2011

O trabalho começa nas salas de aula. Por meio de textos e muito bate-papo, o primeiro passo é ‘plantar a semente’ do conhecimento nos alunos. Depois vem a prática, os estudantes saem das salas de aula e plantam sementes de árvores frutíferas que serão doadas para comunidade. O projeto ‘Plantar’ é desenvolvido na Escola Estadual Agnaldo Edmundo Silva, no município de Paraopeba, desde o ano 2000. “O projeto começa a ser desenvolvido na escola no início do ano letivo. Todos os alunos participam”, afirma a diretora da escola Marília da Piedade Ribeiro.

Para disseminar o projeto para toda comunidade escolar. A escola envia para a casa dos alunos as mudinhas das árvores. “Estamos sempre entrando em contato com os pais para saber se os alunos estão cuidando direitinho da plantinha”, ressalta a diretora. A estudante do 6º ano do ensino fundamental, Gabrielle de Paula Silva, de 11 anos, tem em sua casa um pé de maracujá e de limão. A mudinha de limão ela ganhou na escola. “Quando eu cheguei em casa  com a mudinha e plantei meus pais acharam muito bom e me deram os parabéns”.

PROJETO PLANTAR 102

Estudantes ganham mudas de árvores. Foto: Arquivo Escola

Todos os anos, sempre no dia 21 de setembro, data em que se comemora o Dia da Árvore, a escola promove uma ação na rua central da cidade, em parceria com a Polícia Militar.  A ação é chamada pelos alunos e professores da escola de ‘Pedágio’. “Os policiais param os carros, os alunos e professores falam para os motoristas do ‘Plantar’ e nós doamos para eles uma mudinha de uma árvore frutífera’, ressalta a diretora. Ainda segundo Marília a comunidade agradece o gesto. “Nossa ação tem dado frutos. Muitas pessoas ligam para a escola e elogiam a iniciativa. Tem gente que até fala que a árvore já está dando frutos”, conclui.

DSCN0599

No Dia da Árvore, alunos distribuem mudas. Foto: Arquivo Escola

Além da população, os alunos também aprovam a iniciativa. “Eu sempre participo do ‘Pedágio’ e acho muito bom, porque sem as árvores o planeta não sobreviveria. O nosso objetivo é que as árvores possam dar muitos frutos e sombras para as pessoas”, afirma a estudante do 5º ano do ensino fundamental, Lara Stéphanie Carvalho Teixeira, 10 anos.

A escola também incentiva a reciclagem. A instituição reserva um dia para que os alunos possam levar materiais reciclados para a escola. “Os alunos trazem garrafas pet, latinhas, papel entre outros. A escola vende esse material e com o dinheiro patrocina passeios para os alunos. Na semana da criança nos vamos para o clube”, afirma Marília da Piedade Ribeiro.

DSC08089

Estudantes plantam mudinhas de árvores frutíferas na escola. Foto: Arquivo Escola

O material reciclado também ajuda a manter horta da escola sempre bonita, é o que afirma o estudante do 7º ano, Gabriell de Paula Silva, de 12 anos. “Aqui na escola nos cultivamos uma horta e somos nós que cuidamos dela. Aguamos e fazemos os canteiros. Temos o costume de encher as garrafas Pet com água para sustentar a terra. É bom utilizar os litros na horta porque assim não poluímos, a horta fica bonita e merenda mais saudável”.

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 17:53

Estudantes fazem apresentação de dança para a comunidade escolar

Dança do ventre, Balé e Hip Hop são alguns dos ritmos que irão invadir a Escola Estadual Mário Elias de Carvalho, em Contagem, neste sábado (01-10). Cerca de 70 estudantes de três escolas da rede estadual de ensino irão apresentar na instituição suas habilidades em diferentes ritmos. “São escolas que trabalham com o Programa Educacional de Atenção ao Jovem (Peas) e oferecem para seus alunos oficinas de dança”, ressalta o coordenador do Peas na Escola Estadual Mário Elias de Carvalho, Thiago Vinicius da Cruz.

A aluna do 9º ano do ensino fundamental, Débora Izabela Evangelista, irá fazer uma apresentação de Hip Hop. Segundo a estudante, a paixão pelo ritmo surgiu depois que ela começou a participar da oficina. “Comecei a gostar do Hip Hip depois que entrei para o Peas. Hoje, por meio da dança eu expresso meus sentimentos”, afirma.

DSC08300

Estudantes participam de Festival de Dança, neste sábado. Foto: Arquivo Escola

O evento é aberto a toda comunidade escolar e, além das apresentações de dança trará também apresentações musicais e culturais. “Uma aluna da Escola Estadual Professor Leon Renault que participa da oficina de sabonete irá falar um pouco de como funciona a oficina e distribuirá uma lembrancinha para os convidados. Além disso, um aluno nosso irá tocar violão”, afirma Thiago.

O II Festival de Dança JPPeas é organizado pelas escolas: E.E. Mário Elias de Carvalho, em Contagem, E.E. Professor Leon Renault, em Belo Horizonte,  e pela Escola Estadual Dr. Simão Tamm Bias Fortes, em Belo Horizonte.

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 17:39

Escola brinda a chegada da primavera

29/09/2011

A estação das flores traz suas cores e belezas não apenas para os parque e jardins da cidade, mas também para as escolas da rede estadual de ensino. Movidos pelo espírito da primavera, alunos da Escola Estadual Orôncio Murgel Dutra, em Belo Horizonte, Superintendência Regional de Ensino (SRE) Metropolitana C, irão revigorar o jardim da escola. Durante toda essa semana os alunos estão desenvolvendo ações para coroar a chegada da estação. “Os alunos estão pintando o muro da escola com desenhos de animais, flores e árvores. Eles também irão plantar mudas de flores no jardim da escola e no sábado (01-10) farão apresentações na Festa da Primavera”, ressalta a vice-diretora da escola Maria Formiga de Queiroz.

As mudas que estão sendo plantadas na escola foram levadas pelos alunos. A escola já arrecadou mais de 25 mudas de diferentes flores e folhagens. O plantio será feito pelos próprios alunos e o cuidado com as plantas também será de responsabilidade dos ‘Jardineiros da escola’.  Para escolher as mudas, os estudantes visitam uma floricultura e lá tiveram a oportunidade de conhecer diferentes plantas. “O trabalho está sendo muito interessante. Quando visitamos a floricultura aprendemos muitas coisas. Chegamos lá e perguntamos os nomes de todas as plantas que não conhecíamos”, afirma a estudante do 6º ano, Daiane Rodrigues Ribeiro, de 11 anos. As mudas devem ser plantadas nesta quinta-feira (29-09) para que no sábado a escola já esteja toda enfeitada.

DSC01940

Alunos fazem desenhos em homenagem a primavera. Foto: Arquivo Escola

Após o plantio das mudas, os alunos terão a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre todas as plantas que enfeitam o jardim da escola. A ideia é que as professoras façam trabalhos de pesquisas com os alunos. O plantio das mudas envolve estudantes do 1º ao 5º ano do ensino fundamental da escola. 

Não vai ser apenas o jardim que ficará mais bonito. As turmas se uniram para pintar o muro da escola. Cada uma das 17 turmas do turno da tarde tem um espaço reservado no muro e pode pintar imagens alusivas a estação das flores. “Já sei o que minha sala vai pintar. Vai ser uma árvore bem grande e um monte de flores bem lindas”, ressalta Daiane Rodrigues Ribeiro.

Alunos pintam muro da escola

Estudantes iniciam pintura do muro da escola. Foto: Arquivo Escola

Nas salas de aula também estão acontecendo o cultivo de plantas. A professora do 2º ano do ensino fundamental, Maria de Lourdes Nepomuceno, está trabalhando o desenvolvimento das sementes de feijão com os estudantes. “Os alunos fizeram o plantio das sementes e acompanharam o desenvolvimento delas. Assim eles aprendem muito mais. Todas as plantinhas estão expostas na sala e todos os dias eles observam o seu desenvolvimento”.  O estudante do 2º ano do ensino fundamental, José Vítor da Silva Souza, de 8 anos, ficou muito feliz com a experiência. “É a primeira vez que eu planto uma muda. Ela cresceu e ficou muito bonita. Nós plantamos uma semente de feijão no algodão. Ai ela inchou, cresceu e depois eu pude ver as folhinhas e os brotinhos”.

Feijão

Estudantes plantam sementes de feijão e acompanham o desenvolvimento das plantas. Foto: Arquivo Escola

Já a professora do 1º ano do ensino fundamental, Érica Vieira, trabalha o tema com maquetes e poemas. “Nós fizemos uma maquete de flores e bichos de dobradura de papel. Agora estou trabalhando com poemas sobre a primavera. Fazemos a leitura de textos e depois uma roda de conversa tudo para desenvolver a leitura e a escrita dos estudantes. Serão os meus alunos que farão as plaquinhas que serão colocadas no jardim. Escreveremos, por exemplo, a frase ‘Não pise na grama’”, explica.

11

Maquetes enfeitam as salas de aula. Foto: Arquivo Escola

Já a Festa da Primavera contará com a presença de toda a comunidade escolar. No evento os alunos farão apresentações de dança e de teatro.

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 15:36

Escola comemora 100 anos com a participação de toda comunidade escolar

28/09/2011

“Delfim Moreira, cem anos de glória,/Marcando nossa história./Um centenário de dedicação,/ Gravados no coração”, essa é a primeira parte do hino criado em comemoração ao centenário da Escola Estadual Delfim Moreira, em Araxá. A escola que comemora nesta quarta-feira (28-09) 100 anos está em festa desde o mês do setembro do ano passado. Os estudantes já pesquisaram sobre a história da escola e protagonizaram apresentações artísticas, já foi lançado, em parceria com os Correios, o selo alusivo ao centenário e durante toda essa semana a instituição promove atividades que envolvem toda a comunidade escolar.

Lançamento do selo da escola

Lançamento do selo em homenagem aos 100 anos da escola. Foto: Arquivo Escola

 Para abrir a semana com chave de ouro, na última segunda-feira (26-09) os estudantes do turno da tarde fizeram uma passeata pelas ruas centrais da cidade. Ao som da fanfarra da escola cerca de 300 alunos caminharam pela cidade carregando banners alusivos ao centenário. Já nesta terça-feira (27-09) os estudantes do turno da manhã participaram de uma ‘Alvorada’. Seguidos pela banda da cidade, estudantes, pais de alunos e ex-funcionários saíram às 6 horas da manhã da escola e caminharam pelas ruas do município. Segundo a diretora da escola, Serise Maria Santos, a celebração do centenário conta com a participação de toda a comunidade escolar. “Estamos abrindo as portas da escola para que toda a comunidade participe”.

 A quarta-feira (28-09) é o dia da grande festa, os alunos farão apresentações artísticas e cantarão o hino da escola. E como a festa é de aniversário não poderia faltar o bolo do centenário e o famoso ‘Parabéns para você’. “Hoje é grande dia. A festa vai acontecer durante a noite e para deixar tudo mais bonito vamos ter fogos de artifício”, ressalta a diretora. Ainda para está semana ainda está prevista a realização de uma ação de graças, o encontro será realizado por ex-alunos da escola.

O fechamento das atividades do centenário se dará com a distribuição da edição especial do jornal da escola. O ‘Voz Escolar’ especial do centenário traz em suas páginas o histórico dos 100 anos da escola, entrevistas feitas por alunos, depoimentos e poemas escritos por ex e atuais funcionários, professores e alunas. Na sexta-feira, o jornalzinho será trabalhado em todas as salas como ferramenta pedagógica. “Quando todos os alunos estiverem com o jornal em mãos vamos fazer um comparativo entre o nosso jornal e os jornais tradicionais. Os alunos irão comparar os textos e a diagramação”, afirma a professora Edna Cristóvina Silva Menezes.

Apresentações artisticas

Atividades da escola contam com a participação de toda a comunidade escolar. Foto: Arquivo Escola

Para a montagem do jornal, os estudantes aprenderam sobre a estruturação da publicação, tipos de textos e o público para o qual os jornais são escritos. Agora que o jornal está pronto cada turma fará um estudo com a publicação. “Vamos transformar o jornal escrito em jornal falado. Vamos revisar os textos literários e cada turma irá trabalhar um texto especifico como artigo e anedotas”, conclui a professora.

Os estudantes foram os principais pesquisadores da história do centenário. Foram eles que descobriram que a escola foi a primeira da cidade, estudaram sobre os antigos diretores e fizeram desenhos localizando a escola na cidade. A arquitetura da escola também não ficou de fora e nas aulas de geografia, estudando os pontos cardiais, os alunos descobriram que a escola está localizada no ponto central da cidade.

 O estudante do 3º ano do ensino fundamental, Murilo Martins Vinhal, de 8 anos, ressalta o que aprendeu durante suas pesquisas. “Eu aprendi sobre a história da escola e que ela foi a primeira escola da cidade. Estudei sobre as ex-diretoras”. Para o estudante um dos pontos altos das comemorações foi a passeata. “Foi muito legal, tinha a fanfarra, carro de som e foguete”, afirma.

Museu da escola

Escola montou um museu com móveis e documentos antigos. Foto: Arquivo Escola

Museu da Escola

Para celebrar o centenário, objetos e documentos antigos da escola estão expostos na instituição.

História da Escola Estadual Delfim Moreira

A escola recebeu esse nome em homenagem ao ex-presidente da Câmara da cidade, Dr. Delfim Moreira da Costa Ribeiro, que conseguiu a construção do primeiro prédio escolar. Depois do prédio pronto um decreto oficializou a criação do grupo escolar. No dia 28 de setembro de 1911 deu-se a instalação oficial. A primeira turma a receber o certificado de conclusão do primário foi em 1912.

primeiro prédio da escola

Primeiro prédio da Escola Estadual Delfim Moreira. Foto: Arquivo Escola

Em 1930 foi construído um novo e atual prédio da escola localizado à Avenida Getúlio Vargas, 75. Hoje a escola atende a mais de 600 estudantes do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, nos turnos da manhã e da tarde. De 1912 a 2010 receberam o certificado de conclusão do primário 25.570 alunos.

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 15:29

Escola é referência em reciclagem no município de Alvinópolis

O distrito de Fonseca, no município de Alvinópolis, no Centro-leste de Minas, conta com uma população estimada de cinco mil habitantes. Para conscientizar esses moradores sobre a importância da reciclagem, a Escola Estadual Antônio Carlos, desenvolve, em parceria com a prefeitura, o projeto ‘Caçamba! Quem te viu? Quem te vê?’. Com a iniciativa, os moradores são convidados a separar todo o lixo que puder ser reciclável e colocá-lo em uma caçamba que ficam em frente à escola. O material é encaminhado para uma cooperativa que faz a reciclagem. O encerramento do projeto é hoje (28/09), com a realização de uma palestra na própria escola.

Cacamba que fica em frente a escola é utilizada para reciclagem. Foto: Arquivo da Escola

Cacamba que fica em frente a escola é utilizada para reciclagem. Foto: Arquivo da Escola

 “O proprietário colocou a caçamba em frente à escola e não explicou o porquê desta iniciativa. Então nossa escola procurou saber e quando viu que se tratava de uma ação com benefícios para o meio ambiente resolveu apoiar a ideia”, lembra a diretora, Cleusa Caldeira Tavares.

 Então teve o início o trabalho que começou com a conscientização dos cerca de 600 alunos dos ensinos fundamental e médio. Os estudantes foram orientados a separar o lixo em casa, limpá-lo e trazê-lo para a escola. “Conversei com meus pais e expliquei a eles que não pode ser lixo orgânico e nem higiênico usado. O material também deve estar seco para facilitar a separação dos profissionais na hora da reciclagem”, comenta a estudante do 9º ano do ensino fundamental, Alessandra Almeida Taciano Costa, de 13 anos. Durante as ações, os alunos aprenderam a identificar os diversos tipos de lixo.

No dia da gincana foi recolhido de lixo o equivalente a duas caçambas cheias. Foto: Arquivo da Escola

No dia da gincana foi recolhido de lixo o equivalente a duas caçambas cheias. Foto: Arquivo da Escola

 Para mostrar que os estudantes apoiaram mesmo a iniciativa, a escola organizou uma gincana. Entre as tarefas que foram realizadas pelas equipes estava a de trazer para a escola todo o lixo encontrado no quintal da residência de cada aluno. A turma que trouxesse o maior número de materiais ganharia a tarefa. “Apenas no dia da gincana a escola conseguiu encher duas caçambas e ainda sobrou lixo”, conta a diretora.

 A iniciativa também contou com o apoio dos comerciantes da região. “Eles agora guardam os papelões em que armazenam os produtos e trazem para a caçamba”, explica a estudante.

Postado em: Escola é Manchete — hudsonmenezes @ 14:13

SEE|
Rod. Pref. Amrico Gianetti, s/n - B.: Serra Verde - BH/MG - Prdio Minas /11 Andar - CEP 31630-900 - Tel.: (31) 3916-7000
Todos os direitos reservados - Aspectos legais e responsabilidades