Sob as luzes da ribalta… os estudantes

24/10/2011

Estudantes de escolas estaduais tiveram momentos de atores no Festival Estudantil de Teatro. Três apresentações teatrais que ocorreram entre o último sábado e esta segunda contaram com a presença de alunos de escolas estaduais. Hoje, o coletivo Teatro de Papel, que conta com vários integrantes da Escola Estadual Judith Gonçalves, de Itaúna, apresentam o espetáculo “O Último Por do Sol” e encerram a participação dos alunos no festival.

A peça “O Último Por do Sol” conta a história de Jacó e Maria e mostra a crueldade dos homens frente aos acontecimentos da atualidade, com o abandono de crianças recém-nascidas. Baseada em dois poemas do poeta e dramaturgo alemão Brecht, a peça está marcada para as 16 horas desta segunda-feira, no Teatro Marília, em Belo Horizonte.

Outra peça que esteve na programação do Festival foi a “Num Pacato Vilarejo”. Encenada pela Companhia De Teatro Pés Descalços, a peça conta a história de Manoel, que vê estranhas figuras na madrugada e acaba mudando a rotina dos moradores. A maioria dos integrantes do grupo estudam na Escola Estadual Lamartine de Freitas, de Congonhas, inclusive o diretor, Lucas Emanuel Silva Araújo, é estudante da escola. “Nós fazemos apresentações também na escola, que acaba sendo um bom espaço para o desenvolvimento do grupo”, conta. O grupo também vai se apresentar na inauguração da quadra da escola, prevista para novembro.

FETO 1

Estudantes contam uma história utilizando poucos objetos na peça “Um Pacato Vilarejo”. Foto: Arquivo

Durante a peça, que foi apresentada no domingo, no espaço Casa do Beco, os atores estudantes aproveitam todo o potencial dos poucos objetos que usam em cena. Um tecido, por exemplo, se transforma em vestido, mesa, cama e até em mar. A trilha sonora da peça é executada em violoncelo e flauta.

Na peça Atrás do Arco Íris, que foi apresentada no último sábado, um dos integrantes da Companhia Teatral Crepúsculo, responsável pelo espetáculo, é da Escola Estadual Dr. Lucas Monteiro Machado, de Belo Horizonte. A peça conta a história de Lili, que ao ganhar um livro mágico passa a viver várias aventuras.

Feto

O Festival Estudantil de Teatro acontece desde 1999, com peças em Belo Horizonte. Este ano, o Festival acontece até o dia 30 de outubro e conta, ao todo, com 19 espetáculos. Os ingressos são vendidos a preços populares e as bilheterias se abrem 60 minutos antes dos espetáculos. O Feto é uma realização da Associação No Ato Cultural e tem patrocínio da Cemig, através do Programa Cemig Cultural, realizado em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais.

Postado em: Escola é Manchete — guilhermebrasil @ 16:29

Em Semana Nacional da Ciência e Tecnologia, projeto de educação ambiental ganha destaque em escola de Coronel Fabriciano

21/10/2011

A conscientização e preservação ambiental ganharam destaque durante esta semana na Escola Estadual Rotildino Avelino, em Coronel Fabriciano – Região do Vale do Rio Doce. No período em que se comemora a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, os cerca de 650 alunos dos anos finais do ensino fundamental e ensino médio desenvolvem uma série de atividades sobre o tema. Entre leituras de textos, palestras, filmes e debates, os alunos e professores apresentam hoje, às 16 horas para a comunidade, o resultado de uma semana de ações.

Garrafas pet ganham novas funções em projeto da EE Rotildino Avelino. Foto: Arquivo da Escola

Garrafas pet ganham novas funções em projeto da EE Rotildino Avelino. Foto: Arquivo da Escola

Quem visitar a escola poderá ver em exemplos práticos, o resultado de uma pesquisa sobre fontes de energias alternativas. Os alunos criaram um aquecedor solar a partir de garrafas pet. A energia eólica foi representada com a utilização de cata ventos.  A alimentação também não foi esquecida e os estudantes criaram uma horta vertical feita com garrafas pet na escola, apresentada como uma alternativa para quem tem pouco espaço onde mora.

“Nossa escola já tem um trabalho voltado para a questão ambiental, há cerca de quatro anos. Temos um Grupo de Desenvolvimento Profissional (GDP), em que os professores realizam diversas ações dentro desta temática. O que fazemos aqui é orientar os nossos alunos para que eles possam transformar o espaço em que vivem, sempre respeitando o meio ambiente”, explica a professora de Geografia e coordenadora da Semana na escola, Videlma Júlia da Silva.

Maquete reproduz forma ideal do home se relacionar coma natureza. Foto: Arquivo da Escola

Maquete reproduz forma ideal do home se relacionar coma natureza. Foto: Arquivo da Escola

Os que não comparecerem à escola poderão acompanhar as ações do projeto em um blog criado pela escola. Para isto, basta acessar o endereço: http://rotildinoavelino.blogspot.com/. “Hoje, no dia da culminância, nós vamos apresentar outro blog criado pelos alunos. Trabalhar o meio ambiente é uma questão muito interessante. Sabemos que muitas das nossas ações de preservação vão trazer bons frutos à longo prazo, mas mesmo assim é importante que cada um faça a sua parte. Temos que deixar de pensar no local e pensar no global”, acredita a estudante do 2º ano do ensino médio, Iara Teixeira da Rocha.

Em semana que trabalha a educação ambiental, a escola cria sua horta vertical. Foto: Arquivo da Escola

Em semana que trabalha a educação ambiental, a escola cria sua horta vertical. Foto: Arquivo da Escola

Escola de ‘cara nova’

Outro campo de atuação dos alunos durante a realização do projeto é a revitalização do espaço físico da escola. Em mutirão, alunos e professores realizam a pintura das paredes, vasos de plantas e limpeza do local. “Minha turma fez um vídeo mostrando com a escola estava antes. O material será apresentado hoje durante a culminância do projeto. Daqui um mês, quando a gente acabar de realizar as mudanças, nós faremos outro vídeo mostrando como a escola ficou”, conta Iara Teixeira da Rocha.

Postado em: Escola é Manchete — hudsonmenezes @ 12:40

Pesquisa na escola, soluções para a sociedade

20/10/2011

O conhecimento adquirido pelos estudantes da Escola Estadual João Goulart Santiago Brum é um instrumento que mira a transformação na comunidade de Natércia, cidade de cinco mil habitantes pertencente à Superintendência Regional de Ensino de Itajubá. Os conteúdos dos livros são transformados em projetos que podem significar melhorias para os moradores. Participantes do projeto Empreender Ciência, que incentiva a investigação e pesquisa científica entre as escolas da SRE de Itajubá, um grupo de 10 alunos da escola apresentam hoje, no Parque de Exposições de Itajubá, o projeto Fértil: Adubo Orgânico, no qual pesquisaram formas de criar um adubo mais barato e eficiente para os produtores rurais da região.

brum 1

Estudantes na exposição do ano passado, com a ração que eles desenvolveram. Foto: Arquivo da Escola

A pesquisa apontou formas baratas de trabalhar com o processo de compostagem para a produção do adubo. Segundo Jonas Lopes de Vilas Boas, de 17 anos, que coordena a pesquisa entre os colegas, o grupo conversou com produtores rurais da região e até contou com a consultoria de um agrônomo para chegar a uma conclusão de como obter um adubo barato e bom. “Esse adubo seria muito interessante para a região, pois é acessível e simples de se produzir. Conversamos com um agrônomo e ele nos mostrou que no processo de compostagem a gente não tem que fazer quase nada, quem faz o trabalho são os microorganismos”, conta o estudante do 3º ano.

A iniciativa de fazer pesquisas de impacto na comunidade da região não é a primeira dos alunos da escola. Em 2010, eles conseguiram o 1º lugar do projeto Empreender Ciência com um trabalho semelhante. Com o SOS Ração, os jovens pesquisaram as principais formas de alimentação do gado na região e propuseram a criação de uma ração orgânica, nutritiva e barata. “Nossa região atua, essencialmente, no ramo agropecuário e nós buscamos criar uma ração que representasse uma oportunidade viável para os pequenos e médios produtores”, explica a orientadora educacional da escola, Maria Aparecida Lisboa Gallo.

Para elaborar o trabalho de pesquisa e definir quais seriam os melhores componentes para a ração os estudantes também fizeram pesquisas de campo com produtores e cooperativas e tiveram a consultoria de um zootecnista. Na receita final, a ração tinha apenas componentes facilmente encontrados na região, como palha de café, capim elefante, sal mineral, farelo de soja, milho moído e alho. “São componentes orgânicos e fáceis de encontrar. O capim elefante, por exemplo, é rico em matéria seca e ajuda o gado a ter energia, já o alho ajuda no combate a doenças”, explica Jonas Lopes de Vilas Boas, que participou dos dois projetos de pesquisa.

BRUM 2

Projeto foi feito de acordo com as características da cidade. Foto: Arquivo da Escola

Espaço da curiosidade

O trabalho desenvolvido na escola, além de propor soluções para a comunidade de Natércia, é uma chance para os estudantes aprenderem a trabalhar com a metodologia de pesquisa e ter contato com profissionais de diferentes áreas. Mas, para Jonas Vilas Boas, a maior satisfação é poder expandir os horizontes a partir do conteúdo dos livros. “Com o conhecimento que adquirimos na escola nas áreas de biologia e ciências fica mais fácil propor essas soluções e é uma forma interessante de aplicar”, explica o jovem. “A escola é um lugar do qual podem nascer várias soluções para a sociedade, porque os jovens recebem conhecimento diariamente, são curiosos e sempre estimulados a pensar em soluções”, completa o estudante.

Postado em: Escola é Manchete — guilhermebrasil @ 10:15

Conservatório de Música de Varginha recebe inscrições para cursos até o dia 28/10

19/10/2011

Quem tem interesse ou aptidão para a música tem uma boa oportunidade para investir nos estudos desta arte. O Conservatório Estadual de Música Marciliano Braga, em Varginha – Sul de Minas, recebe inscrições para seus cursos até o próximo dia 28. Os interessados devem se inscrever na secretaria do Conservatório, das 8h às 21 horas. Os testes para a seleção dos alunos que vão começar suas aulas no próximo ano ocorrerão entre os dias 16 e 18 de novembro.

A escola, que é mantida pela Secretaria de Estado de Educação, oferta os cursos técnicos de Instrumentos e Canto, ambos com duração de dois anos. Também são oferecidas aulas de violão, violino, violoncelo, flauta doce, flauta transversal, saxofone, clarineta, piano, teclado, contrabaixo acústico, contra baixo elétrico, guitarra, bateria, trombone e trompete.  Para esses instrumentos, o tempo de duração do curso varia conforme o desempenho do aluno.

Conservatório de Varginha recebe inscrições para cursos até o dia 28 de outubro. Foto: Conservatório de Varginha

Conservatório de Varginha recebe inscrições para cursos até o dia 28 de outubro. Foto: Conservatório de Varginha

 

O processo seletivo consta de prova de múltipla escolha, em que o candidato terá que responder questões referentes ao instrumento que escolheu para estudar. No caso dos cursos técnicos, os candidatos ao curso de Instrumentos farão prova de percepção musical e para os candidatos ao curso de Canto, a prova será a apresentação de uma peça no dia do teste. A peça é apresentada ao candidato no dia da inscrição.

Matrícula nos cursos

O resultado dos testes está previsto para sair no dia 1º de dezembro. As matrículas dos novos alunos ocorrerão entre os dias 1º e 19 de dezembro, com datas específicas para cada curso. A classificação dos excedentes sairá entre os dias 20 e 30 do mesmo mês. No caso dos cursos de Artes Plásticas, Artes Cênicas e Canto Coral, as matrículas serão realizadas entre os dias 9 e 13 de janeiro de 2012.

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone: (35) 3221 – 1371.

Conservatório de Varginha

Atualmente, o Conservatório Estadual de Música Marciliano Braga atende cerca de 1.800 alunos, em três turnos. Entre os trabalhos de extensão que a escola realiza está o ‘Música nas Escolas’ em que se trabalha a arte com estudantes de escolas estaduais que participam do projeto Escola de Tempo Integral, que faz parte da Secretaria de Estado de Educação.

Postado em: Escola é Manchete — hudsonmenezes @ 13:38

Uma planta contra a Dengue

18/10/2011

Uma planta aromática que fornece matéria prima para a fabricação de repelentes contra mosquitos é a ‘arma’ utilizada pelos alunos da Escola Estadual Padre Alberto Fuger, na cidade de Campo Belo, para combater o mosquito da Dengue. A escola cultiva um viveiro de mudas de Citronela e utilizam a planta na fabricação de sachês e sprays.  “O aroma da Citronela espanta os mosquitos, principalmente o da Dengue. Por isso, escolhemos trabalhar com ela”, ressalta a coordenadora do Grupo de Desenvolvimento Profissional (GDP) Sal da Terra, Ana Santos. Os produtos foram apresentados para a comunidade escolar durante a Feira de Ciências.

O primeiro passo do projeto foi o plantio e o cultivo das mudinhas de Citronela, tudo feito pelos alunos da escola. A segunda etapa consistiu na confecção dos saches e dos sprays. “Nós íamos para a escola no contraturno das aulas para confeccionar os produtos. Fizemos em média 500 sachês e 200 sprays”, ressalta o aluno do 1º ano do ensino médio Henrique Lúcio Silva, 16 anos. Entre os objetivos do projeto está a conscientização da comunidade sobre a importância da planta no combate ao mosquito. “Estamos ajudando a cidade e diminuindo os focos dos mosquitos da dengue. Fazemos tudo de uma maneira fácil e simples”, completa Henrique.

Polivalente 040

Alunos aprendem a fazer sachês de Citronela para espantar mosquito da Dengue. Foto: Arquivo Escola

Segundo a professora de Química, Juliana Camilo, a confecção dos produtos são simples e a matéria prima é considerada uma ótimo repelente. “A escola tem muitas mudas de Citronela. Na confecção dos sachês precisamos retirar o extrato da planta. Já na confecção do spray temos que triturar a Citronela”. Ainda de acordo com a docente, os estudantes uniram teoria e pratica durante a confecção dos produtos. “Os utilizaram o conteúdo aprendido na sala de aula para a produção dos sachês e dos sprays”.

A ideia é expandir o projeto para toda cidade. “No município existem mosquitos de diferentes espécies e para diminuir a incidência a escola pretende plantar mudas de Citronela em diferentes pontos da cidade”, conclui Juliana.

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 17:51

Uma parada para não parar de ler

17/10/2011

Elemento fundamental na alfabetização de qualquer criança, a leitura ganha força na Escola Estadual Governador Magalhães Pinto, no município de Senhora dos Remédios – Campo das Vertentes. Com o projeto ‘Dinamização da Biblioteca Escolar’, os estudantes do 1º ao 5º ano do ensino fundamental têm, toda semana, um momento de realização de diversas atividades na biblioteca. Por trinta minutos, cada turma conta e reconta histórias, faz interpretação oral dos textos e arte com dobraduras a partir das histórias lidas. O objetivo da ação está em dinamizar e reativar o uso eficiente da biblioteca.  Ao colocar as crianças em contato constante com os livros, a escola espera desenvolver neles o gosto pela leitura.

Na Escola Estadual Governador Magalhães Pinto, a bilbioteca é o cenário ideal para o estímulo à leitura. Foto: Arquivo da Escola

Na casa dos livros, os alunos também vão além e fazem até dramatizações das histórias trabalhadas. “Gosto muito do momento da biblioteca, e agora gosto de ler mais ainda. Na biblioteca a gente também faz teatro com fantoches”, explica João Fernando Souza Silva, aluno do 4º ano do ensino fundamental.

O projeto teve início este ano e é desenvolvido com todos os 238 estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental. “Tenho notado uma melhora significativa na produção de textos deles, além do aumento do vocabulário”, avalia a professora Rosilene da Silveira e Silva. A atividade também é feita com os 50 alunos do projeto Escola de Tempo Integral.

“É apenas o início, o primeiro passo. Queremos que nosso aluno possa conhecer o mundo mágico, o mundo encantado, o mundo fantástico da Leitura. E nessa perspectiva, esperamos contar sempre com o apoio de toda a comunidade e das autoridades locais, com doações de livros, a fim de aumentar o acervo bibliotecário de nossa Escola e favorecer o desenvolvimento da leitura e de diversos outros projetos enriquecedores”, explica a professora de uso da biblioteca, Maria Aparecida Mendes de Araújo.

Postado em: Escola é Manchete — hudsonmenezes @ 13:22

Muitas cores e alegria na Semana da Criança

12/10/2011

Para comemorar a Semana da Criança, a Escola Estadual Cônego Getúlio, em Patos de Minas, é tomada por um mar de cores. Azul e rosa são as cores preferidas dos mais de mil estudantes do 1º ao 5º ano do ensino fundamental que participam da ‘Olimpíada Cônego Getúlio’ (Olicon). Mas cada equipe adota uma cor para disputar os jogos de queimada, futsal e participam de gincanas. “É um momento de diversão, socialização e integração. Uma mistura de cores e alegria”, ressalta a diretora da escola Maria José Vilela Pádua Borges.

Sem título 2

A ideia do projeto é despertar nos estudantes o amor pelo esporte e pela tradição. Além do futsal e da queimada, os alunos participam de uma gincana que tem como foco despertar o interesse dos ‘pequenos atletas’ por brincadeiras antigas. Entre as brincadeiras tradicionais, a estudante do 2º ano do ensino fundamental, Maria Jordana Nascimento Soares, de 08 anos, destacou a ‘Dança das Cadeiras’. “Já brincava de dançar em volta das cadeiras na casa da minha avó. A brincadeira é muito legal e eu gosto muito”.

Sem título

Enquanto alguns alunos participam dos jogos e brincadeira os outros torcem por seus colegas de equipe. “Eu não joguei futsal, por isso fiquei torcendo pelos meninos”, afirma a estudante do 2º ano do ensino fundamental, Geovana Martins Costa, de 7 anos. E mesmo sendo uma competição ninguém sai perdendo. “Todos os alunos ganham um certificado de participação. Os professores divulgam os campeões pelas cores. Por exemplo, a cor verde foi a melhor equipe no futsal. No momento que o professor anuncia os alunos comemoram muito”, explica a Maria José.

Outra escola da rede estadual de ensino que comemora a Semana da Criança em grande estilo é a Escola Estadual Catuto Cearense, no município de Virgem da Lapa. A instituição dedica uma semana à comemoração. “Na segunda-feira, a escola monta um circuito de brincadeiras tradicionais das quais todos os estudantes participam. Na terça, ex-alunos vão à escola e fazem reconto de clássicos da literatura para os alunos. Já na quarta-feira é o dia do circo na escola, na ocasião funcionários fazem apresentações circenses e divertem os estudantes. Na quinta-feira, são os pais que se apresentam na escola. Por fim, na sexta-feira, a escola prepara um bolo gigante para comemorar a data”, explica a diretora da escola Fátima Queiroz.

Postado em: Escola é Manchete — guilhermebrasil @ 18:43

De Catas Altas da Noruega a Noruega

10/10/2011

Com pequenas atitudes, estudantes de uma cidade do interior de Minas transformaram uma coincidência  de nome em uma lição de solidariedade. Alunos da Escola Estadual Gustavo Augusto da Silva, no município de Catas Altas da Noruega, recorreram à criatividade para enviar mensagens de conforto às vítimas e familiares da tragédia que ocorreu em um acampamento de jovens na ilha de Utoya, no oeste da Noruega, em julho. São mais de 10 mil quilômetros que separam as duas Noruegas, mas a distância não foi o bastante para desanimar os estudantes brasileiros.

Que o diga a estudante do 5º ano,  Maiara Cristina de Paula. Ela e seus colegas expressaram por meio de desenhos, paródias, poemas e vídeos as mensagens de conforto para os noruegueses que passaram pelo massacre.  “Minha turma fez um cartão. Eu escrevi para eles terem força e fiz desenhos de flores. Acho que o meu cartão vai deixar eles um pouco mais felizes”, ressalta Maiara Cristina. Os trabalhos foram enviados à Embaixada da Noruega, em Brasília, que será a responsável encaminhar as produções ao seu destino.

O projeto surgiu por iniciativa de parceria da Secretaria de Estado de Educação (SEE) com a Superintendência Regional de Ensino (SRE) de Conselheiro Lafaiete. “Esse projeto é uma manifestação de solidariedade internacional”, ressalta um dos idealizadores e assessor de gabinete da Secretaria de Estado de Educação, Ricardo Fenati.

DSC05541

Para disseminar a cultura da paz, os estudantes fazem passeata pela cidade. Foto: Arquivo Escola

Para facilitar o trabalho a escola fez um mutirão. “Cada professor ficou responsável por uma turma. Os alunos fizeram pesquisas sobre a tragédia e para apresentar a nossa cidade e nossa escola para os noruegueses fizeram pesquisas sobre a nossa região”, afirma a diretora da escola Márcia Regina de Freitas Viana. Os alunos do 1º ano 5º ano do ensino fundamental trabalharam com desenhos, pinturas e frases de apoio que foram reunidas em cartões. Os estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental trabalharam com poesias, paródias e cartas e os do ensino médio montaram um blog e fizeram vídeos.

A cidade de Catas Altas da Noruega tem hoje pouco mais de três mil habitantes e o espírito de solidariedade ‘contaminou’ toda a comunidade. Os estudantes fizeram uma passeata pela paz e pediram ajuda aos seus pais na hora de escrever as mensagens. “Eu conversei com a minha mãe e ela me disse que deveria escrever para eles terem força e seguir adiante”, é o que afirma a estudante do 5º ano do ensino médio da escola, Fabiane de Fátima Farias Silva, de 10 anos.

DSC05540

Estudantes fazem passeata na cidade. Foto: Arquivo Escola

As pesquisas foram realizadas na sala de informática, biblioteca da escola e por meio de entrevistas feitas com o prefeito da cidade e com a diretora da escola. “Foi um trabalho muito enriquecedor para todos nós. Os alunos ficaram sabendo um pouco mais sobre a história da escola e fizeram uma relação entre a Noruega e a nossa cidade”, afirma a professora de Ciências, Rita de Cássia Souza Barbosa. A professora ressalta ainda o empenho dos alunos que abraçaram a iniciativa. “Achei que foi um trabalho muito positivo, tudo o que nós propúnhamos os estudantes aceitavam e davam ideias, às vezes buscavam alternativas fora da escola”.

Catas Altas da Noruega

Durante a elaboração do trabalho, os estudantes descobriram a origem do nome da cidade. “Inicialmente, a cidade chamava apenas ‘Catas Altas’, porque as catas de ouro eram feitas em locais muito altos e montanhosos. Já o nome ‘Catas Altas da Noruega’ surgiu porque aqui perto tem um povoado chamado Noruega e os moradores de lá trabalhavam com a extração de ouro em ‘Catas Altas’, afirma Rita de Cássia.

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 17:32

Escola incentiva a leitura por meio da arte

07/10/2011

O incentivo à leitura na Escola Estadual Irmão Afonso, no município de Uberaba, extrapola os limites territoriais.  A influência da literatura portuguesa, inglesa, japonesa, entre outras, são estudadas na escola desde o início do ano e são apresentadas para toda a comunidade escolar. Por meio, do projeto artístico literário ‘Brasileiro: a mistura que deu certo’, os alunos lêm textos produzidos por escritores de diferentes países e apresentam um trecho para os pais e colegas. “Nesta sexta, os alunos irão apresentar poemas, músicas e peças teatrais. O projeto está em sua terceira edição e é voltado a estudantes do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio”, é o que explica a diretora Jane Luce Araújo. Nesta sexta-feira (07-10) acontecerá a culminância do projeto.

mistura_que_deu_certo[1]

Alunos se apresentam nesta sexta-feira. Foto: Arquivo Escola

Além disso, o projeto é trabalhado na escola de forma interdisciplinar. Os professores de Artes, História e Língua Portuguesa trabalham de forma conjunta para incentivar os alunos a ler cada vez mais. “O retorno que temos é o incentivo à leitura. Os nossos alunos estão buscando a literatura e extrapolando aquilo que leram por meio de apresentações culturais”, conclui a diretora.

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 18:51

Arte nos selos e nos postais

Os trabalhos apresentados na exposição foram produzidos para o concurso cultural ‘Selo Maria Fumaça’, promovido, em 2010, pelo Museu Ferroviário de Juiz de Fora, com foco na educação patrimonial. Ao todo, 1475 desenhos realizados para o concurso serão expostos em uma empena, formando um colorido mosaico. Já as 20 imagens premiadas, sendo dez postais e dez selos, foram ampliadas e serão expostas junto com as dez melhores frases produzidas pelos participantes.
Para escrever sua frase, Elisvânia Dias Fernandes buscou inspiração em objetos antigos. “Nós visitamos o Museu e lá ficamos sabendo da importância da Maria Fumaça para o país”. Entre o acervo do Museu Ferroviário de Juiz de Fora estão replicas da Maria Fumaça e objetos utilizados na manutenção do trem. Além de relógios antigos. Segundo a professora de Língua Portuguesa da escola, Heliara Disla Teixeira, que auxiliou a estudante e seus colegas no momento de fazer os desenhos e a escrever as frases, a visita ao museu pode ser trabalhada também de forma interdisciplinar. “Os alunos participaram de palestras e assistiram a vídeos no museu. Aqui na escola todos os professores trabalharam isso em suas aulas. Eu trabalhei com textos, a professora de História trabalhou o contexto da época e a de Matemática com as datas”.
Por ter se destacado no concurso, a estudante ganhou, entre outras coisas, livros de escritores da região e uma caixinha com todos os selos e postais premiados. Os livros, Elisvânia Dias Fernandes doou para a escola para que seus colegas também pudessem ter acesso aos textos.
Outro estudante da rede estadual de ensino que se destacou no concurso e vai ganhar lugar de honra na exposição foi o aluno da Escola Estadual Professor Teodoro Coelho, Diego Barbosa Ernesto de Souza.
Exposição ‘Selo Maria Fumaça’
No intuito de criar uma atmosfera de ambiente ferroviário, a exposição utiliza recursos sonoros, visuais e elementos cenográficos, para aproximar os visitantes da Maria Fumaça. Também foi elaborada uma maquete representando um percurso ferroviário, que tem como pontos-chave a Praça da Estação, local onde fica o Museu Ferroviário, e o Edifício dos Correios, que abriga a exposição.
Visitação
Local: Espaço Cultural Correios – Rua Marechal Deodoro 470 – Centro
Período: 7 de outubro a 19 de novembro de 2011
Segunda a sexta-feira: das 10h às 18h
Sábados: das 10h às 14h
Entrada franca

“Eu imagino que ela levava e trazia pessoas para a cidade de Juiz de fora e para as outras cidades. Tinha o vagão do maquinista, que era todo preto, várias janelas, três vagões com camas, bancos e um espaço para colocar a carga”, é assim que a aluna do 6º ano da Escola Estadual Professor Quesnel, em Juiz de Fora, Elisvânia Dias Fernandes, 12 anos, vê o trem de ferro movido a vapor que, no século XIX, contribuiu para engatar o Brasil nos trilhos do progresso, a Maria Fumaça. O sentimento da estudante pelo meio de transporte foi eternizado na frase ‘A Maria Fumaça me traz saudade, alegria e um amor pelo tempo que eu não vivi’, que está sendo apresentada na exposição ‘Selo Maria Fumaça’, que foi aberta na última quinta-feira (06-10), no Espaço Cultural Correios, localizado na Rua Marechal Deodoro, nº 470, no centro de Juiz de Fora.

EEPQ1

Elisvânia se destacou em concurso que focava a educação patrimonial. Foto: Arquivo Escola

Os trabalhos apresentados na exposição foram produzidos para o concurso cultural ‘Selo Maria Fumaça’, promovido, em 2010, pelo Museu Ferroviário de Juiz de Fora, com foco na educação patrimonial. Ao todo, 1475 desenhos realizados para o concurso serão expostos em uma empena, formando um colorido mosaico. Já as 20 imagens premiadas, sendo dez postais e dez selos, foram ampliadas e serão expostas junto com as dez melhores frases produzidas pelos participantes.

Para escrever sua frase, Elisvânia Dias Fernandes buscou inspiração em objetos antigos. “Nós visitamos o Museu e lá ficamos sabendo da importância da Maria Fumaça para o país”. Entre o acervo do Museu Ferroviário de Juiz de Fora estão replicas da Maria Fumaça e objetos utilizados na manutenção do trem. Além de relógios antigos. Segundo a professora de Língua Portuguesa da escola, Heliara Disla Teixeira, que auxiliou a estudante e seus colegas no momento de fazer os desenhos e a escrever as frases, a visita ao museu pode ser trabalhada também de forma interdisciplinar. “Os alunos participaram de palestras e assistiram a vídeos no museu. Aqui na escola todos os professores trabalharam isso em suas aulas. Eu trabalhei com textos, a professora de História trabalhou o contexto da época e a de Matemática com as datas”.

Fotos_419

Alunos conhecem um pouco da história da Maria Fumaça em visita ao Museu. Foto: Arquivo Escola

Por ter se destacado no concurso, a estudante ganhou, entre outras coisas, livros de escritores da região e uma caixinha com todos os selos e postais premiados. Os livros, Elisvânia Dias Fernandes doou para a escola para que seus colegas também pudessem ter acesso aos textos.

Outro estudante da rede estadual de ensino que se destacou no concurso e vai ganhar lugar de honra na exposição foi o aluno da Escola Estadual Professor Teodoro Coelho, Diego Barbosa Ernesto de Souza.

Exposição ‘Selo Maria Fumaça’

No intuito de criar uma atmosfera de ambiente ferroviário, a exposição utiliza recursos sonoros, visuais e elementos cenográficos, para aproximar os visitantes da Maria Fumaça. Também foi elaborada uma maquete representando um percurso ferroviário, que tem como pontos-chave a Praça da Estação, local onde fica o Museu Ferroviário, e o Edifício dos Correios, que abriga a exposição.

Visitação

Local: Espaço Cultural Correios – Rua Marechal Deodoro 470 – Centro

Período: 7 de outubro a 19 de novembro de 2011

Segunda a sexta-feira: das 10h às 18h

Sábados: das 10h às 14h

Entrada franca

Postado em: Escola é Manchete — geaninenogueira @ 17:37

SEE|
Rod. Pref. Amrico Gianetti, s/n - B.: Serra Verde - BH/MG - Prdio Minas /11 Andar - CEP 31630-900 - Tel.: (31) 3916-7000
Todos os direitos reservados - Aspectos legais e responsabilidades